Lula anuncia R$ 20 bilhões extras para o programa Minha Casa, Minha Vida
Medidas econômicas
Medidas econômicas
Pesquisa Quaest indica que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno (42% a 40%), o que aliados interpretam como sinal de fortalecimento de sua pré-candidatura e desgaste do governo. Apesar disso, há cautela no entorno do senador. O levantamento também mostra Lula ainda liderando no primeiro turno (37% a 32%) e um eleitorado dividido, com rejeição tanto ao retorno do bolsonarismo quanto à continuidade do atual governo.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Luiz Inácio Lula da Silva, após uma postagem em rede social que atribuía ao presidente crimes graves. A decisão atendeu a pedido da Polícia Federal, com aval da PGR, e a investigação terá prazo inicial de 60 dias para apurar se houve crime contra a honra.
A pesquisa Genial/Quaest mostra que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 52% dos brasileiros e aprovado por 43%, com maior rejeição entre eleitores independentes e nas regiões Sul e Centro-Oeste/Norte, enquanto o Nordeste segue como principal base de apoio. A avaliação negativa (42%) supera a positiva (31%) e reflete, principalmente, a percepção de piora na economia, alta nos preços dos alimentos e redução do poder de compra da população.
A pesquisa Genial/Quaest indica que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno (42% a 40%), marcando a primeira inversão, embora ainda dentro da margem de erro. No primeiro turno, Lula lidera com 37% contra 32% de Flávio, mantendo vantagem sobre outros possíveis adversários, enquanto parte do eleitorado segue indecisa ou inclinada a votos brancos e nulos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio ao papa Leão XIV após críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, que o chamou de “fraco” por sua posição contra a guerra. Lula defendeu o pontífice, criticou a postura de Trump e afirmou que liderança não deve se basear no medo. Em resposta, o papa declarou não temer o governo norte-americano e reafirmou que continuará se posicionando contra conflitos.
Eleições 2026
O governo do Luiz Inácio Lula da Silva demitiu o secretário de Inspeção do Trabalho após ele incluir a BYD na “lista suja” do trabalho escravo, contrariando orientação do ministro do Trabalho, Luiz Marinho. A decisão gerou críticas de auditores-fiscais, que apontaram possível interferência política. O caso envolve denúncias de condições análogas à escravidão em obra da empresa no Brasil, e a inclusão na lista acabou sendo suspensa por decisão judicial provisória.