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Entenda por que os iranianos estão nas ruas e a cronologia da onda de protestos
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Entenda por que os iranianos estão nas ruas e a cronologia da onda de protestos

O Irã enfrenta há duas semanas uma onda de protestos nacionais contra o regime dos aiatolás, iniciada pela crise econômica e que evoluiu para pedidos pela saída do líder supremo Ali Khamenei, sendo reprimida com forte violência. Segundo a ONG HRANA, mais de 500 pessoas morreram e mais de 10 mil foram presas, enquanto o governo mantém bloqueio da internet e acusa EUA e Israel de estimularem a revolta. A crise representa um dos maiores desafios ao regime desde 1979 e elevou a tensão internacional, com Donald Trump declarando apoio aos manifestantes e avaliando novas medidas contra Teerã.

Irã rebate EUA e ameaça governo Trump em caso de ataque militar
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Irã rebate EUA e ameaça governo Trump em caso de ataque militar

O Irã advertiu neste domingo (11) que responderá militarmente caso sofra um ataque dos Estados Unidos, afirmando que Israel, bases e navios americanos na região seriam alvos legítimos. A ameaça foi feita pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf, após declarações de Donald Trump de que os EUA podem agir diante da repressão aos protestos no país, que já duram duas semanas e deixaram ao menos 192 mortos, segundo ONGs. Enquanto Teerã acusa EUA e Israel de estimularem a crise, Washington avalia opções militares, sem decisão final até o momento.

Sobe para 500 o número de mortes em protestos no Irã, dizem ONGs
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Sobe para 500 o número de mortes em protestos no Irã, dizem ONGs

Em meio a uma grave crise econômica e política, o Irã vive há duas semanas protestos nacionais contra o regime dos aiatolás, já considerados os mais intensos desde 2022. ONGs de direitos humanos divergem nos números, mas apontam entre cerca de 192 e mais de 500 mortos, enquanto o governo mantém bloqueio da internet e intensifica a repressão. As manifestações continuam em várias cidades iranianas e no exterior, com apoio declarado dos EUA e da União Europeia, aumentando a tensão internacional e o risco de novos confrontos, num país já fragilizado por sanções, conflitos recentes e isolamento diplomático.

JHC abre Verão Massayó 2026 e consolida Maceió como destino turístico de grandes eventos
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JHC abre Verão Massayó 2026 e consolida Maceió como destino turístico de grandes eventos

O prefeito JHC e o vice-prefeito Rodrigo Cunha abriram oficialmente o Verão Massayó 2026, festival que reúne cerca de 30 atrações em seis dias de shows e consolida Maceió como destino turístico de destaque no Nordeste. Além de movimentar o turismo e a economia, o evento conta com operação integrada de serviços públicos para garantir segurança, inclusão e conforto, gerando emprego e renda e fortalecendo diversos setores, como comércio, gastronomia e cultura.

Acordo Mercosul-UE está alinhado a objetivos ambientais, diz ministra
Política

Acordo Mercosul-UE está alinhado a objetivos ambientais, diz ministra

A ministra Marina Silva celebrou a aprovação do acordo Mercosul–União Europeia, avaliando que o texto é equilibrado e alinhado aos desafios ambientais, sociais e econômicos. Segundo ela, o acordo reforça compromissos com sustentabilidade, soberania ambiental e financiamento climático, além de valorizar a bioeconomia, e reflete a confiança na agenda ambiental do governo Lula, que reduziu o desmatamento e ampliou mercados para o agronegócio ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente.

Janja posta vídeo de Lula de sunga falando da mistura entre esquerda e direita no mar
Política

Janja posta vídeo de Lula de sunga falando da mistura entre esquerda e direita no mar

A primeira-dama Janja publicou um vídeo de Lula de sunga durante o réveillon no Rio de Janeiro, no qual o presidente usou o encontro das águas na Restinga da Marambaia como metáfora para defender a superação da polarização entre direita e esquerda. Em férias na base das Forças Armadas, Lula destacou a união de correntes opostas como símbolo do diálogo, enquanto Janja afirmou que o período foi de descanso e renovação de energias para os desafios de 2026.

Nobel rebate María Corina Machado e diz que prêmio é intransferível
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Nobel rebate María Corina Machado e diz que prêmio é intransferível

O Instituto Nobel da Noruega afirmou que o Prêmio Nobel da Paz é intransferível, irrevogável e não pode ser compartilhado, após declarações de María Corina Machado sugerindo entregar seu prêmio de 2025 a Donald Trump. Segundo o instituto, a decisão do Nobel é final e os comitês não comentam ações posteriores dos laureados. Machado disse que a ideia seria um gesto de gratidão pela captura de Nicolás Maduro, enquanto Trump afirmou que se sentiria honrado em receber o prêmio, embora as regras impeçam qualquer transferência.

Macron, Merz e Starmer condenam ‘assassinato’ de manifestantes no Irã
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Macron, Merz e Starmer condenam ‘assassinato’ de manifestantes no Irã

França, Alemanha e Reino Unido condenaram duramente a repressão do regime iraniano aos protestos, denunciando o assassinato de manifestantes e pedindo contenção, respeito aos direitos humanos e às liberdades de expressão e reunião. Apesar dos apelos, o líder supremo Ali Khamenei afirmou que o regime não recuará, enquanto ONGs relatam ao menos 51 mortos, incluindo crianças, mais de 2.200 detidos e restrições ao acesso à internet para conter as manifestações.

Polarização ‘transbordou política’ e cansou, diz idealizador da chapa Lula-Alckmin
Política

Polarização ‘transbordou política’ e cansou, diz idealizador da chapa Lula-Alckmin

O estrategista eleitoral Felipe Soutello avalia que a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro extrapolou a política, dividiu relações pessoais e gerou fadiga no eleitorado, cenário intensificado pelas redes sociais e pela comunicação agressiva permanente. Segundo ele, a democracia exige respeito institucional e responsabilidade no discurso dos líderes, especialmente diante da ausência de Bolsonaro nas eleições de 2026, o que abre espaço para que seus possíveis herdeiros políticos adotem uma postura menos radical, embora a prática ainda contrarie essa expectativa.

Após provocações, Brasil deixa custódia da embaixada argentina na Venezuela
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Após provocações, Brasil deixa custódia da embaixada argentina na Venezuela

O Brasil decidiu deixar de representar os interesses da Argentina na Venezuela e de assumir a responsabilidade pela embaixada argentina em Caracas, em meio ao agravamento das tensões entre os governos de Lula e Javier Milei. A decisão ocorreu após declarações e postagens de Milei consideradas ofensivas pelo Planalto e encerra um gesto de apoio feito por Lula em 2024, quando o Brasil passou a proteger a embaixada após o rompimento diplomático entre Buenos Aires e Caracas, período em que opositores de Nicolás Maduro buscaram refúgio no local antes de deixarem o país em 2025.

Trump quer impedir confisco de valores do petróleo venezuelano de contas dos EUA
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Trump quer impedir confisco de valores do petróleo venezuelano de contas dos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto de emergência para impedir que tribunais ou credores confisquem receitas do petróleo venezuelano mantidas sob custódia do Tesouro norte-americano. A medida, aprovada após a captura de Nicolás Maduro, estabelece que esses recursos são propriedade soberana da Venezuela e devem ser usados para promover estabilidade, paz e prosperidade no país, ficando protegidos de ações judiciais de empresas com antigas reivindicações financeiras.

ExxonMobil diz a Trump que ‘hoje é impossível investir na Venezuela’
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ExxonMobil diz a Trump que ‘hoje é impossível investir na Venezuela’

O presidente dos EUA, Donald Trump, pressionou grandes petrolíferas a investir cerca de US$ 100 bilhões na Venezuela, mas encontrou cautela devido à instabilidade política, riscos jurídicos e histórico de confisco de ativos. Empresas como a ExxonMobil consideram o país inviável sem reformas profundas, enquanto a Chevron segue operando. Trump afirmou haver “segurança total” após a captura de Nicolás Maduro e disse que Washington decidirá quais empresas atuarão no setor, destacando acordos para fornecimento de petróleo aos EUA, apesar das críticas e dos desafios para reconstruir a indústria venezuelana.