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Nasa se prepara para voltar à Lua em 2026; o que já sabemos sobre a missão
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Nasa se prepara para voltar à Lua em 2026; o que já sabemos sobre a missão

Em 2026, o programa Artemis da NASA entra em uma fase decisiva com a missão Artemis II, que deve marcar o primeiro voo tripulado além da órbita terrestre desde 1972. A missão levará quatro astronautas em um sobrevoo da Lua, sem pouso, para testar sistemas inéditos da cápsula Orion e do foguete SLS, enfrentar os desafios do espaço profundo e coletar dados científicos sobre o corpo humano e a superfície lunar. Em meio a disputas geopolíticas e avanços tecnológicos, a missão abre caminho para o retorno de astronautas à Lua ainda nesta década e para a futura instalação de uma base permanente no satélite.

Como a inteligência artificial está moldando o desenvolvimento das crianças
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Como a inteligência artificial está moldando o desenvolvimento das crianças

A inteligência artificial já faz parte do cotidiano infantil, presente em brinquedos, plataformas educacionais e redes sociais, oferecendo ensino personalizado e novas formas de lazer e criação. Porém, o uso crescente também levanta alertas, especialmente na saúde emocional, já que muitas crianças buscam apoio em chatbots em vez de relações humanas. Especialistas apontam riscos como informações falsas, interações inadequadas, isolamento social e prejuízos ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais, tornando essencial o debate sobre limites, segurança e regulação da IA na infância.

DNA brasileiro pode explicar a longevidade humana extrema
Saúde

DNA brasileiro pode explicar a longevidade humana extrema

Um estudo do Genoma USP sugere que a longevidade extrema de brasileiros com mais de 110 anos pode estar ligada à alta miscigenação genética do país, que reúne variantes raras pouco estudadas em populações homogêneas. A pesquisa com centenários e supercentenários identificou milhões de variantes genéticas exclusivas, forte resiliência imunológica — inclusive contra a Covid-19 antes das vacinas — e indícios de herança familiar da longevidade. Segundo os pesquisadores, esses achados mostram a importância de incluir populações diversas, como a brasileira, em estudos globais sobre envelhecimento saudável.

Após ‘sucesso’ na Venezuela, Trump amplia ameaças; veja os alvos
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Após ‘sucesso’ na Venezuela, Trump amplia ameaças; veja os alvos

Depois da ação militar dos Estados Unidos na Venezuela em 3 de janeiro de 2026 — em que forças americanas capturaram o presidente Nicolás Maduro e assumiram controle temporário visando “transição segura” e exploração do petróleo — o presidente Donald Trump intensificou ameaças a vários países da América Latina e além. Ele criticou o México por não reprimir cartéis e ofereceu ajuda militar rejeitada pela presidente Cláudia Sheinbaum, atacou verbalmente o presidente colombiano Gustavo Petro, afirmou que Cuba “cairia por conta própria” sem intervenção militar e reiterou interesse estratégico na Groenlândia por seus recursos naturais. Trump também advertiu o Irã sobre repressão a protestos em curso, enquanto líderes regionais denunciaram suas declarações como violação da soberania e da lei internacional.

Reino Unido apoiou apreensão dos EUA de petroleiro de bandeira russa, diz Defesa
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Reino Unido apoiou apreensão dos EUA de petroleiro de bandeira russa, diz Defesa

O Reino Unido disse que apoiou os Estados Unidos na operação para apreender um petroleiro de bandeira russa no Atlântico Norte — parte dos esforços de Washington para interromper evasão de sanções e bloquear exportações de petróleo venezuelano. As Forças Armadas britânicas forneceram “apoio operacional pré-planejado”, incluindo uso de bases, um navio de apoio e vigilância aérea da Força Aérea Real, após pedido de ajuda dos EUA, e afirmou que a ação foi feita em conformidade com a lei internacional.

EUA tem plano de três fases para a Venezuela, diz Rubio
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EUA tem plano de três fases para a Venezuela, diz Rubio

Os Estados Unidos anunciaram um plano de três etapas para a Venezuela — estabilização, recuperação e transição — diretamente ligado à abertura do petróleo venezuelano a empresas americanas. Segundo o secretário de Estado Marco Rubio, a primeira fase envolve a venda controlada de 30 a 50 milhões de barris aos EUA, com recursos destinados ao povo e não ao regime; a segunda busca garantir acesso justo de empresas ocidentais ao mercado e promover reconciliação política interna; e a terceira prevê uma transição ainda sem detalhes. Washington afirma ter “máxima influência” sobre as autoridades venezuelanas, não descarta novas ações militares e diz que o processo já está em andamento.

Moraes dá prazo para Malafaia se explicar por chamar comandante do Exército de frouxo
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Moraes dá prazo para Malafaia se explicar por chamar comandante do Exército de frouxo

O ministro do STF Alexandre de Moraes deu prazo de 15 dias para que o pastor Silas Malafaia apresente defesa em denúncia por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva, após declarações feitas em um ato bolsonarista em abril de 2025. A acusação, apresentada pelo procurador-geral Paulo Gonet, sustenta que o discurso ofendeu o Alto Comando do Exército e imputou falso crime aos militares, além de ter ampla divulgação nas redes. Malafaia nega as acusações, afirma não ter citado nomes, contesta a competência do STF e diz ser alvo de perseguição.

Qual o interesse dos EUA pela Groenlândia
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Qual o interesse dos EUA pela Groenlândia

O interesse dos Estados Unidos pela Groenlândia remonta ao século XIX e está ligado à posição estratégica da ilha no Atlântico Norte e, mais recentemente, ao Ártico. Ao longo da história, Washington chegou a cogitar e até negociar sua compra, sobretudo por razões militares, de segurança e contenção de rivais como a URSS, Rússia e China. No atual contexto, Donald Trump retomou a retórica de anexação após reforçar a presença militar no hemisfério ocidental, alegando “segurança nacional”, mas a proposta é rejeitada pela Dinamarca e pela própria Groenlândia, que possuem soberania reconhecida e direito à autodeterminação, mesmo diante do crescente valor estratégico e econômico da região com o avanço das mudanças climáticas.

Motta e Alcolumbre não irão a ato que recorda 8 de janeiro
Política

Motta e Alcolumbre não irão a ato que recorda 8 de janeiro

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, decidiram não participar dos atos que marcam os três anos dos ataques de 8 de janeiro, para evitar desgaste político com a oposição. Convidados pelo Planalto, ambos avaliaram que o evento, que deve destacar a defesa da democracia e as condenações pelo Judiciário — além do veto ao PL da Dosimetria, que beneficiaria Jair Bolsonaro — poderia acirrar tensões no Congresso. Assim, neste ano, apenas o Executivo e o STF realizarão solenidades oficiais sobre a data.

Venezuela: aposta de Trump em Delcy Rodríguez ‘é um risco’, avalia especialista
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Venezuela: aposta de Trump em Delcy Rodríguez ‘é um risco’, avalia especialista

A decisão de Donald Trump de apoiar Delcy Rodríguez na transição política da Venezuela reflete uma estratégia pragmática voltada à estabilidade interna e ao acesso ao petróleo, avaliou a professora Denilde Holzhacker (ESPM). Segundo ela, a Casa Branca aposta em uma liderança oriunda do próprio chavismo para evitar o caos de uma mudança abrupta de regime, reduzir o risco de conflitos e dispensar uma intervenção direta dos EUA. A escolha também se explica pelo controle de Rodríguez sobre a estrutura econômica e energética do país, embora o movimento envolva riscos e venha acompanhado de forte pressão americana por abertura do setor petrolífero e afastamento de aliados como China, Cuba e Irã.

O silêncio da Rússia após a captura de Maduro
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O silêncio da Rússia após a captura de Maduro

Apesar da retórica de proximidade e do apoio simbólico dado por Vladimir Putin a Nicolás Maduro nos últimos anos, a Rússia reagiu de forma contida à captura do líder venezuelano pelos Estados Unidos, limitando-se a pedidos diplomáticos por diálogo e libertação. Especialistas avaliam que Moscou já havia se distanciado de Maduro e evita confrontar Washington devido à guerra na Ucrânia e à reaproximação com o governo Trump. O episódio expõe o enfraquecimento da influência internacional russa e a incapacidade de proteger aliados estratégicos, reforçando a percepção de que o apoio de Moscou tem sido mais retórico do que efetivo.

Plano de Trump de tomar petróleo venezuelano irrita China e faz preços caírem
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Plano de Trump de tomar petróleo venezuelano irrita China e faz preços caírem

Os preços do petróleo caíram cerca de 1% após os EUA anunciarem um acordo para redirecionar exportações de petróleo venezuelano da China para o mercado norte-americano, elevando a perspectiva de maior oferta global. A medida, parte da estratégia de Donald Trump para controlar o petróleo da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro, provocou fortes críticas da China, que acusou Washington de intimidação e violação da soberania venezuelana. O acordo prevê a venda inicial de até 50 milhões de barris, com possível suspensão de sanções, enquanto amplia tensões geopolíticas e gera desconforto entre aliados dos EUA.