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Chuvas em MG: mortes em Juiz de Fora e Ubá chegam a 53 e há 15 desaparecidos
Divulgação
Brasil/Mundo

Chuvas em MG: mortes em Juiz de Fora e Ubá chegam a 53 e há 15 desaparecidos

Redação com web

As fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais causaram destruição, alagamentos e deslizamentos, deixando 47 mortos e 13 desaparecidos em Juiz de Fora, além de milhares de desabrigados, e 6 mortos em Ubá. O Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta vermelho para chuvas intensas, com risco elevado de novos desastres, enquanto equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros seguem mobilizadas em ações de resgate e assistência às famílias afetadas.

As fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira nos últimos dias provocaram um cenário de destruição, mobilização de equipes de resgate e preocupação entre moradores.

Alagamentos, deslizamentos e danos à infraestrutura têm afetado diferentes bairros, enquanto autoridades intensificam ações de busca, assistência e apoio às famílias impactadas.

Imagens mostram veículos cobertos por lama em Juiz de Fora, MG (Foto: Pablo PORCIUNCULA / AFP)

Em Juiz de Fora, o número de vítimas fatais chegou a 47, de acordo com o último boletim divulgado pelo Corpo de Bombeiros às 9h30.

A cidade contabiliza ainda 13 pessoas desaparecidas.

Ao menos 3 mil moradores estão desabrigados, ou seja, dependem de abrigos públicos, e outros 400 estão desalojados, tendo precisado deixar suas casas e buscar abrigo temporário com familiares ou amigos.

Já em Ubá, o balanço aponta 6 mortes confirmadas e 2 pessoas desaparecidas. No município, 26 pessoas estão desabrigadas e 178 desalojadas em decorrência dos alagamentos e deslizamentos registrados nos últimos dias.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém alerta vermelho de “grande perigo” para chuvas intensas na região nesta quinta-feira, 26, incluindo as cidades de Juiz de Fora e Ubá. O alerta indica chance de chuva superior a 60 mm por hora ou mais de 100 mm em 24 h, com alto risco de alagamentos, deslizamentos e transbordamentos de rios.

O Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) também considera a possibilidade de novas ocorrências.

As autoridades municipais seguem mobilizadas nas ações de busca e resgate, além da assistência às famílias atingidas. Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e voluntários atuam no atendimento às ocorrências e na organização de abrigos provisórios.

Redação com web

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