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Brasil/Mundo

DNA brasileiro pode explicar a longevidade humana extrema
Saúde

DNA brasileiro pode explicar a longevidade humana extrema

Um estudo do Genoma USP sugere que a longevidade extrema de brasileiros com mais de 110 anos pode estar ligada à alta miscigenação genética do país, que reúne variantes raras pouco estudadas em populações homogêneas. A pesquisa com centenários e supercentenários identificou milhões de variantes genéticas exclusivas, forte resiliência imunológica — inclusive contra a Covid-19 antes das vacinas — e indícios de herança familiar da longevidade. Segundo os pesquisadores, esses achados mostram a importância de incluir populações diversas, como a brasileira, em estudos globais sobre envelhecimento saudável.

Após ‘sucesso’ na Venezuela, Trump amplia ameaças; veja os alvos
Brasil/Mundo

Após ‘sucesso’ na Venezuela, Trump amplia ameaças; veja os alvos

Depois da ação militar dos Estados Unidos na Venezuela em 3 de janeiro de 2026 — em que forças americanas capturaram o presidente Nicolás Maduro e assumiram controle temporário visando “transição segura” e exploração do petróleo — o presidente Donald Trump intensificou ameaças a vários países da América Latina e além. Ele criticou o México por não reprimir cartéis e ofereceu ajuda militar rejeitada pela presidente Cláudia Sheinbaum, atacou verbalmente o presidente colombiano Gustavo Petro, afirmou que Cuba “cairia por conta própria” sem intervenção militar e reiterou interesse estratégico na Groenlândia por seus recursos naturais. Trump também advertiu o Irã sobre repressão a protestos em curso, enquanto líderes regionais denunciaram suas declarações como violação da soberania e da lei internacional.

Reino Unido apoiou apreensão dos EUA de petroleiro de bandeira russa, diz Defesa
Brasil/Mundo

Reino Unido apoiou apreensão dos EUA de petroleiro de bandeira russa, diz Defesa

O Reino Unido disse que apoiou os Estados Unidos na operação para apreender um petroleiro de bandeira russa no Atlântico Norte — parte dos esforços de Washington para interromper evasão de sanções e bloquear exportações de petróleo venezuelano. As Forças Armadas britânicas forneceram “apoio operacional pré-planejado”, incluindo uso de bases, um navio de apoio e vigilância aérea da Força Aérea Real, após pedido de ajuda dos EUA, e afirmou que a ação foi feita em conformidade com a lei internacional.

EUA tem plano de três fases para a Venezuela, diz Rubio
Brasil/Mundo

EUA tem plano de três fases para a Venezuela, diz Rubio

Os Estados Unidos anunciaram um plano de três etapas para a Venezuela — estabilização, recuperação e transição — diretamente ligado à abertura do petróleo venezuelano a empresas americanas. Segundo o secretário de Estado Marco Rubio, a primeira fase envolve a venda controlada de 30 a 50 milhões de barris aos EUA, com recursos destinados ao povo e não ao regime; a segunda busca garantir acesso justo de empresas ocidentais ao mercado e promover reconciliação política interna; e a terceira prevê uma transição ainda sem detalhes. Washington afirma ter “máxima influência” sobre as autoridades venezuelanas, não descarta novas ações militares e diz que o processo já está em andamento.

Moraes dá prazo para Malafaia se explicar por chamar comandante do Exército de frouxo
Brasil/Mundo

Moraes dá prazo para Malafaia se explicar por chamar comandante do Exército de frouxo

O ministro do STF Alexandre de Moraes deu prazo de 15 dias para que o pastor Silas Malafaia apresente defesa em denúncia por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva, após declarações feitas em um ato bolsonarista em abril de 2025. A acusação, apresentada pelo procurador-geral Paulo Gonet, sustenta que o discurso ofendeu o Alto Comando do Exército e imputou falso crime aos militares, além de ter ampla divulgação nas redes. Malafaia nega as acusações, afirma não ter citado nomes, contesta a competência do STF e diz ser alvo de perseguição.

Qual o interesse dos EUA pela Groenlândia
Brasil/Mundo

Qual o interesse dos EUA pela Groenlândia

O interesse dos Estados Unidos pela Groenlândia remonta ao século XIX e está ligado à posição estratégica da ilha no Atlântico Norte e, mais recentemente, ao Ártico. Ao longo da história, Washington chegou a cogitar e até negociar sua compra, sobretudo por razões militares, de segurança e contenção de rivais como a URSS, Rússia e China. No atual contexto, Donald Trump retomou a retórica de anexação após reforçar a presença militar no hemisfério ocidental, alegando “segurança nacional”, mas a proposta é rejeitada pela Dinamarca e pela própria Groenlândia, que possuem soberania reconhecida e direito à autodeterminação, mesmo diante do crescente valor estratégico e econômico da região com o avanço das mudanças climáticas.

Motta e Alcolumbre não irão a ato que recorda 8 de janeiro
Política

Motta e Alcolumbre não irão a ato que recorda 8 de janeiro

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, decidiram não participar dos atos que marcam os três anos dos ataques de 8 de janeiro, para evitar desgaste político com a oposição. Convidados pelo Planalto, ambos avaliaram que o evento, que deve destacar a defesa da democracia e as condenações pelo Judiciário — além do veto ao PL da Dosimetria, que beneficiaria Jair Bolsonaro — poderia acirrar tensões no Congresso. Assim, neste ano, apenas o Executivo e o STF realizarão solenidades oficiais sobre a data.

Venezuela: aposta de Trump em Delcy Rodríguez ‘é um risco’, avalia especialista
Brasil/Mundo

Venezuela: aposta de Trump em Delcy Rodríguez ‘é um risco’, avalia especialista

A decisão de Donald Trump de apoiar Delcy Rodríguez na transição política da Venezuela reflete uma estratégia pragmática voltada à estabilidade interna e ao acesso ao petróleo, avaliou a professora Denilde Holzhacker (ESPM). Segundo ela, a Casa Branca aposta em uma liderança oriunda do próprio chavismo para evitar o caos de uma mudança abrupta de regime, reduzir o risco de conflitos e dispensar uma intervenção direta dos EUA. A escolha também se explica pelo controle de Rodríguez sobre a estrutura econômica e energética do país, embora o movimento envolva riscos e venha acompanhado de forte pressão americana por abertura do setor petrolífero e afastamento de aliados como China, Cuba e Irã.

O silêncio da Rússia após a captura de Maduro
Brasil/Mundo

O silêncio da Rússia após a captura de Maduro

Apesar da retórica de proximidade e do apoio simbólico dado por Vladimir Putin a Nicolás Maduro nos últimos anos, a Rússia reagiu de forma contida à captura do líder venezuelano pelos Estados Unidos, limitando-se a pedidos diplomáticos por diálogo e libertação. Especialistas avaliam que Moscou já havia se distanciado de Maduro e evita confrontar Washington devido à guerra na Ucrânia e à reaproximação com o governo Trump. O episódio expõe o enfraquecimento da influência internacional russa e a incapacidade de proteger aliados estratégicos, reforçando a percepção de que o apoio de Moscou tem sido mais retórico do que efetivo.

Plano de Trump de tomar petróleo venezuelano irrita China e faz preços caírem
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Plano de Trump de tomar petróleo venezuelano irrita China e faz preços caírem

Os preços do petróleo caíram cerca de 1% após os EUA anunciarem um acordo para redirecionar exportações de petróleo venezuelano da China para o mercado norte-americano, elevando a perspectiva de maior oferta global. A medida, parte da estratégia de Donald Trump para controlar o petróleo da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro, provocou fortes críticas da China, que acusou Washington de intimidação e violação da soberania venezuelana. O acordo prevê a venda inicial de até 50 milhões de barris, com possível suspensão de sanções, enquanto amplia tensões geopolíticas e gera desconforto entre aliados dos EUA.

Venezuela representa só 0,24% das exportações brasileiras; veja o que o Brasil vende e compra
Brasil/Mundo

Venezuela representa só 0,24% das exportações brasileiras; veja o que o Brasil vende e compra

O comércio entre Brasil e Venezuela tem peso reduzido na balança brasileira, representando apenas 0,24% das exportações e 0,12% das importações em 2025, com uma corrente comercial de US$ 1,2 bilhão, segundo o MDIC. O Brasil exporta principalmente alimentos, enquanto importa insumos industriais e energéticos, como ureia, alumínio e metanol. Especialistas avaliam que a crise política venezuelana e a queda de Maduro devem ter impacto limitado e setorial, concentrado sobretudo em cadeias de energia e insumos industriais, sem risco sistêmico para a economia brasileira.

EUA anunciam apreensão de petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela
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EUA anunciam apreensão de petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela

Os Estados Unidos apreenderam um navio-tanque de bandeira russa que transportava petróleo venezuelano e era escoltado por um submarino russo, após mais de duas semanas de perseguição no Atlântico, como parte do bloqueio imposto por Washington às exportações de petróleo da Venezuela. A operação, conduzida pela Guarda Costeira e pelas Forças Armadas dos EUA, ocorreu perto da Islândia, sem confronto com forças russas, e marca um episódio raro de apreensão de uma embarcação russa. A ação se insere na escalada da pressão do governo Trump contra Caracas, que inclui sanções, bloqueio marítimo e tentativas de controlar o destino do petróleo venezuelano, hoje escoado principalmente por meio de uma “frota sombra”.