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Brasil/Mundo

Montadoras começam a suspender produção após crise dos chips
Brasil/Mundo

Montadoras começam a suspender produção após crise dos chips

A proibição chinesa às exportações da fabricante de chips Nexperia, após o governo holandês assumir seu controle, desencadeou uma nova crise global de semicondutores que ameaça paralisar montadoras como Nissan, Honda e Mercedes-Benz. A escassez já suspendeu fábricas no México e pode afetar o Brasil nas próximas semanas. As empresas buscam fornecedores alternativos enquanto governos negociam com a China para evitar um colapso na produção automotiva mundial.

Líder do Comando Vermelho, Marcinho VP pede ao STF para dar entrevista à Record
Polícia

Líder do Comando Vermelho, Marcinho VP pede ao STF para dar entrevista à Record

O traficante Marcinho VP, líder do Comando Vermelho, pediu ao STF autorização para conceder uma entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da TV Record, após a Justiça Federal de Campo Grande negar o pedido. A defesa argumenta que a decisão representa censura prévia. A entrevista trataria da prisão de Marcinho, de sua relação com o filho, o cantor Oruam, e de temas pessoais. O caso foi distribuído ao ministro Flávio Dino.

Operação mira chefe do PCC, agiotas e influencers em São Paulo
Polícia

Operação mira chefe do PCC, agiotas e influencers em São Paulo

O Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira, 30, a Operação Off White, para combater um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresários, influenciadores, traficantes e membros do PCC. A ação cumpre nove mandados de prisão e 11 de busca e apreensão, além do bloqueio de 12 imóveis de luxo e contas bancárias. As investigações continuam para identificar outros participantes e esquemas relacionados.

Lewandowski e Castro anunciam escritório emergencial de combate ao crime no RJ
Política

Lewandowski e Castro anunciam escritório emergencial de combate ao crime no RJ

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciaram a criação de um escritório emergencial para integrar ações de combate ao crime organizado entre os governos federal e estadual, após a Operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos, incluindo quatro agentes. O novo órgão, coordenado por Victor Santos e Mário Sarrubbo, funcionará como uma força-tarefa temporária para articular estratégias de segurança sem criar estruturas burocráticas permanentes.

Cláudio Castro chama operação mais letal do país de ‘sucesso’: ‘Se inocente morreu, foi irrisório’
Polícia

Cláudio Castro chama operação mais letal do país de ‘sucesso’: ‘Se inocente morreu, foi irrisório’

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), defendeu a operação policial nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou ao menos 119 mortos, afirmando ter “total tranquilidade” quanto à ação, que, segundo ele, visava cumprir mandados após mais de um ano de investigação. Castro declarou que as verdadeiras vítimas foram os quatro policiais mortos e que os confrontos ocorreram em área de mata, classificando os demais mortos como criminosos, salvo possíveis “erros residuais”. Ele considerou a ofensiva, que mobilizou 2,5 mil agentes, um “sucesso” contra o crime organizado.

"Não era razoável", diz PF sobre planejamento da operação no Rio
Polícia

"Não era razoável", diz PF sobre planejamento da operação no Rio

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF foi informada sobre a Operação Contenção, mas decidiu não participar por considerar que a ação “não era razoável” e fora de sua atribuição legal, já que a corporação atua em investigações, não em ações ostensivas. Segundo ele, a PF não foi comunicada oficialmente sobre a deflagração da operação, que resultou em mais de 130 mortos nos complexos do Alemão e da Penha. Rodrigues destacou que a PF continua atuando no Rio de Janeiro com foco em inteligência, investigação e combate financeiro ao crime organizado, conforme determinações do STF na ADPF das Favelas.

Lula ficou "estarrecido" com número de mortos no Rio, diz Lewandowski
Política

Lula ficou "estarrecido" com número de mortos no Rio, diz Lewandowski

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que o presidente Lula ficou “estarrecido” com o número de mortos na Operação Contenção, no Rio de Janeiro, e se surpreendeu por a ação ter ocorrido sem comunicação ao governo federal. Após reunião com Lula, Lewandowski classificou a operação como “extremamente violenta” e questionou sua compatibilidade com o Estado Democrático de Direito. O governo federal enviará peritos e legistas para identificar os corpos e avaliará ampliar o apoio da Força Nacional e da PF. Sobre a GLO, o ministro disse que a medida só pode ser adotada com pedido formal do governador e defendeu o uso de inteligência e coordenação, e não apenas força bruta, no combate ao crime organizado.