Homem tenta aplicar golpe em banco, foge da polícia e é preso com arma falsa em Maceió
Suspeito
Suspeito
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi presa em Teresina acusada de torturar e agredir uma empregada doméstica grávida de cinco meses em Paço do Lumiar. Segundo a investigação, a vítima, de 19 anos, sofreu socos, puxões de cabelo e ameaças após ser acusada de furtar um anel, que depois foi encontrado dentro da casa. Um policial militar, Michael Bruno Lopes Santos, também foi preso por suposta participação nas agressões. A defesa da empresária afirma que ela irá responder ao processo e nega tentativa de fuga.
Osni Fernando Luiz, torcedor do Sport Club Corinthians Paulista conhecido por arremessar uma cabeça de porco em um clássico contra o Sociedade Esportiva Palmeiras em 2024, foi preso em flagrante em São Paulo acusado de estupro. Segundo a polícia, ele teria atraído uma mulher com falsa promessa de pagamento via Pix e, dentro do carro, a agredido e ameaçado para forçar relações sexuais. A vítima foi encontrada em estado de choque e encaminhada para atendimento médico. Osni já havia sido condenado anteriormente por crime contra a paz no esporte devido ao episódio da cabeça de porco na Neo Química Arena.
A Polícia Civil do Amazonas concluiu que a morte do menino Benício, de 6 anos, em um hospital de Manaus, ocorreu após uma overdose de adrenalina aplicada de forma inadequada pela médica Juliana Brasil, que, segundo a investigação, negociava produtos de beleza pelo celular enquanto a criança passava mal. O inquérito também aponta tentativa de fraude processual e exercício irregular da pediatria, levando ao indiciamento da médica por homicídio doloso com dolo eventual, além de responsabilizar funcionários e diretores do hospital por falhas estruturais.
O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado no Hospital DF Star após passar por uma cirurgia no ombro direito para tratar dores recorrentes. O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, com parecer favorável da PGR. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária após ser condenado por tentativa de golpe de Estado e enfrentar recentemente problemas respiratórios que motivaram internações anteriores.
A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, pediu ao STF a redução de sua pena de 14 anos pelos atos de 8 de janeiro de 2023, usando como base o recém-aprovado Projeto de Lei da Dosimetria. A nova legislação, que ainda precisa ser promulgada pelo governo federal, prevê penas mais brandas para crimes contra a democracia e pode beneficiar outros condenados, incluindo Jair Bolsonaro. Débora foi condenada por crimes como golpe de Estado, dano ao patrimônio e associação criminosa após pichar a estátua da Justiça em frente ao STF.