Polícia
Pai de Daniel Vorcaro é preso na 6ª fase da operação Compliance Zero
O empresário Henrique Vorcaro foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (14) durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga uma organização criminosa suspeita de ameaças, corrupção, lavagem de dinheiro, invasões de dispositivos e obtenção ilegal de informações sigilosas. A ação também mira policiais federais e cumpre mandados de prisão e busca em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O banqueiro Daniel Vorcaro já está preso desde março e é apontado como líder do esquema investigado.
Flávio Bolsonaro admite cobrança a Vorcaro, mas nega crime
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Operação policial
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“Sistema de segurança pública é o mesmo da ditadura”, diz especialista
O que se sabe sobre mulher que foi morta a tiros após casamento em Campinas
Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, foi morta a tiros na noite de sábado, logo após sua cerimônia de casamento, em Campinas. O principal suspeito é o marido, Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, preso em flagrante por feminicídio. Segundo a polícia, uma discussão durante a confraternização evoluiu para agressões e disparos de arma de fogo. A vítima chegou a ser socorrida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.
Funcionário de restaurante acusa Ed Motta e amigos de xenofobia: ‘Paraíba’
O cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão no restaurante Grado após uma discussão sobre a taxa de rolha. Funcionários acusam o artista e seus acompanhantes de ofensas xenofóbicas contra nordestinos e comportamento agressivo, incluindo uma briga e o arremesso de uma garrafa. Ed Motta admitiu que estava alcoolizado e irritado, mas negou agressões, afirmando que seus amigos foram alvo de ataques preconceituosos por outros clientes. O restaurante reforçou as acusações contra o grupo do cantor.
Crimes de Maio: "Foi como uma bomba que caiu em SP", compara professor
Os “Crimes de Maio” completam 20 anos relembrando uma das maiores ondas de violência da história de São Paulo. Os ataques começaram em maio de 2006 após a transferência de líderes do Primeiro Comando da Capital, incluindo Marcola, para presídios de segurança máxima. Rebeliões, atentados e assassinatos de policiais foram seguidos por uma forte repressão policial, deixando mais de 560 mortos, muitos com indícios de execução sumária. O episódio é lembrado por organizações de direitos humanos como um massacre marcado por violência estatal, falhas nas investigações e impactos duradouros na segurança pública brasileira.