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Polícia

Saiba quem são os quatro agentes mortos durante megaoperação no Rio
Polícia

Saiba quem são os quatro agentes mortos durante megaoperação no Rio

Quatro policiais — dois do Bope e dois da Polícia Civil — estão entre os 64 mortos da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão. O sargento Cleiton Serafim e o sargento Heber Fonseca foram homenageados pelo Bope, enquanto Marcus Vinícius Cardoso e Rodrigo Velloso Cabral receberam tributo da Polícia Civil. O governador Cláudio Castro declarou luto e anunciou promoções póstumas aos agentes. A operação, voltada contra líderes do Comando Vermelho, resultou em 81 prisões e é considerada uma das mais letais da história do Rio.

Entenda o ‘Muro do Bope’, tática que marcou operação mais letal do RJ
Polícia

Entenda o ‘Muro do Bope’, tática que marcou operação mais letal do RJ

As polícias Civil e Militar do Rio explicaram que a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou 119 mortos, foi planejada por 60 dias e usou a tática do “muro do Bope”, com tropas bloqueando a mata da Misericórdia — rota de fuga de criminosos — enquanto outras avançavam pelas favelas. Segundo as autoridades, a estratégia buscava afastar os confrontos das áreas habitadas, embora a alta letalidade fosse “previsível”. A ação resultou em 113 prisões e 118 armas apreendidas, sendo classificada pelo governo como um duro golpe ao Comando Vermelho.

‘Não fomos comunicados sobre o momento da megaoperação’, diz diretor da PF
Polícia

‘Não fomos comunicados sobre o momento da megaoperação’, diz diretor da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF não foi comunicada sobre o momento de deflagração da megaoperação que deixou ao menos 119 mortos nos complexos do Alemão e da Penha. Segundo ele, a corporação avaliou que não deveria participar por não atuar de forma ostensiva nas comunidades, mantendo apenas ações de inteligência. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, disse que o governo federal não foi informado oficialmente e que uma operação desse porte deveria ter sido comunicada diretamente ao presidente Lula ou a autoridades de alto escalão.

Defesa negou apoio ao RJ e não cabia pedido de GLO, diz ex-comandante do Bope
Polícia

Defesa negou apoio ao RJ e não cabia pedido de GLO, diz ex-comandante do Bope

O coronel André Luiz de Souza Batista, ex-comandante do Bope e coautor de Elite da Tropa, afirmou que o governo do Rio fez três pedidos de apoio logístico ao Ministério da Defesa, negados por exigirem decreto de GLO. A negativa confirma a versão do governador Cláudio Castro de que o Estado atua “sozinho” contra o Comando Vermelho. Batista considerou a megaoperação, que deixou mais de 119 mortos, um sucesso operacional, apesar das baixas policiais, e disse que não há necessidade de GLO, pois as forças estaduais têm capacidade de agir sem apoio militar.

Castro diz que ‘não vai ficar chorando’ por ajuda do governo federal: ‘Soma ou suma’
Política

Castro diz que ‘não vai ficar chorando’ por ajuda do governo federal: ‘Soma ou suma’

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que o Estado não vai “chorar por ajuda” do governo federal no combate ao crime, destacando que quem quiser colaborar é bem-vindo, mas quem quiser “fazer politicagem” deve “sumir”. Após a megaoperação contra o Comando Vermelho, que não contou com apoio federal, Castro disse que o governo estadual deixou de pedir ajuda após três negativas anteriores e reforçou que seguirá atuando sozinho. Ele também relatou ter conversado com membros do governo federal, que discutem estratégias para possível atuação no Rio.

Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação
Polícia

Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação

Após a Operação Contenção nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, moradores encontraram cerca de 60 novos corpos em áreas de mata, o que pode elevar o total de mortos para até 130, tornando-a a ação policial mais letal da história do estado. A operação, que já contabilizava oficialmente 64 mortos — 60 suspeitos e 4 policiais —, gerou críticas de especialistas e movimentos sociais, que a classificaram como desastrosa e violenta. O governador Cláudio Castro defendeu a ação e pediu apoio do governo federal, enquanto o ministro Ricardo Lewandowski afirmou não ter recebido solicitação oficial.

Robinho detalha rotina na cadeia e nega privilégios: ‘Quem manda são os guardas’
Esportes

Robinho detalha rotina na cadeia e nega privilégios: ‘Quem manda são os guardas’

Preso desde março de 2024 em Tremembé II, Robinho cumpre pena de nove anos imposta pela Justiça italiana por estupro ocorrido em 2013, quando jogava no Milan. O ex-jogador afirma não ter privilégios, seguindo a mesma rotina dos demais detentos — trabalha, lê, faz cursos e joga futebol — e recebe visitas da família aos fins de semana. Ele nega as acusações e aguarda julgamento de recursos no STF e no STJ. A Itália solicitou que a pena fosse cumprida no Brasil, já que o país não extradita seus cidadãos.

Comissões de Direitos Humanos divergem sobre megaoperação no RJ
Polícia

Comissões de Direitos Humanos divergem sobre megaoperação no RJ

A megaoperação policial que deixou mais de 60 mortos no Rio de Janeiro gerou reações opostas no Congresso. O deputado Reimont (PT-RJ) classificou a ação como “chacina”, responsabilizou o governador Cláudio Castro e anunciou ofícios a órgãos de controle, enquanto a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) adotou postura institucional, afirmando que a comissão do Senado só atuará mediante provocação formal. O episódio expôs a polarização política sobre segurança pública e provocou tumulto na Comissão de Segurança da Câmara. Já o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, expressou apoio às forças policiais e destacou a aprovação de um projeto que reforça o combate à criminalidade.

Mais de 60 corpos são levados por moradores para praça na Penha após megaoperação
Polícia

Mais de 60 corpos são levados por moradores para praça na Penha após megaoperação

A megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, deixou 64 mortos, tornando-se a mais letal da história do estado. Moradores levaram dezenas de corpos para a Praça São Lucas em protesto, denunciando execuções e abusos. A ação, que visava lideranças do Comando Vermelho, transformou a região em um cenário de guerra, com o uso de drones e explosivos. A ONU e diversas entidades de direitos humanos condenaram a operação, classificando-a como um ato de terror contra a população.

Polícia Civil investiga achado de um corpo decapitado em Porto Calvo
Polícia

Polícia Civil investiga achado de um corpo decapitado em Porto Calvo

A Polícia Civil de Alagoas investiga o assassinato de Paulo Manuel Nascimento Neto, conhecido como “Neto”, encontrado decapitado e com sinais de tortura em Porto Calvo na segunda-feira (27). O corpo, identificado por uma tatuagem, foi localizado em estado de decomposição e apresentava ferimentos causados por instrumento cortocontundente. Segundo familiares, a vítima desapareceu no domingo (26) após ser levada por três homens durante uma cavalgada em Porto de Pedras. A polícia pede informações anônimas pelo Disque Denúncia 181.

Videomonitoramento da SSP identifica homem com mandado de prisão na Jatiúca
Polícia

Videomonitoramento da SSP identifica homem com mandado de prisão na Jatiúca

O sistema de reconhecimento facial da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas identificou e ajudou na prisão de um homem com mandado de prisão em aberto na noite de segunda-feira (27), em frente ao Maceió Shopping, no bairro da Jatiúca. Após o alerta, a Polícia Militar confirmou a identidade e conduziu o suspeito à Central de Flagrantes. Segundo o secretário Flávio Saraiva, a tecnologia tem sido essencial para fortalecer a prevenção e o combate ao crime no estado.