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Meio Ambiente

2025 deve ser o segundo ano mais quente da história
Brasil/Mundo

2025 deve ser o segundo ano mais quente da história

O observatório climático europeu Copernicus informou que 2025 deve ser o segundo ano mais quente já registrado, empatado com 2023, logo após o recorde histórico de 2024. As temperaturas globais entre janeiro e novembro ficaram 1,48ºC acima dos níveis pré-industriais, indicando que a média de 2023 a 2025 deve ultrapassar pela primeira vez o limite de 1,5ºC do Acordo de Paris. O órgão alerta que eventos extremos, como tufões e inundações recentes na Ásia, refletem o avanço acelerado das mudanças climáticas e reforçam a urgência de reduzir emissões de gases de efeito estufa.

IMA leva sensibilização sobre APA de Murici em evento sustentável de Flexeiras
Alagoas

IMA leva sensibilização sobre APA de Murici em evento sustentável de Flexeiras

O IMA/AL participou do primeiro Eco Festival em Flexeiras na sexta (28), promovido pela prefeitura para celebrar a Mata Atlântica com ações de sustentabilidade, cultura e turismo. A Gerência de Unidades de Conservação levou atividades de educação ambiental, como exposição de animais taxidermizados, sementes, livros e doação de mudas. O evento destacou a importância da APA de Murici, maior unidade terrestre de conservação de Alagoas, envolvendo moradores e visitantes em ações de conscientização ambiental.

IMA/AL abre edição do Projeto Nossa Praia neste domingo (30)
Alagoas

IMA/AL abre edição do Projeto Nossa Praia neste domingo (30)

O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) realiza neste domingo (30) a abertura do Projeto Nossa Praia, das 9h às 14h, em frente ao restaurante Janga. O evento contará com apresentação da banda infantil Ratimbum, atividades educativas conduzidas pela equipe de educação ambiental e a presença das mascotes Astro e Dorothy, reforçando de forma lúdica a importância da preservação do litoral durante o período de maior movimento nas praias.

Solastalgia: entenda o sofrimento psicológico causado pela crise climática
Brasil/Mundo

Solastalgia: entenda o sofrimento psicológico causado pela crise climática

A solastalgia, conceito criado em 2007, descreve o sofrimento psicológico causado por viver em um ambiente que se degrada devido a mudanças climáticas, manifestando sintomas como angústia, irritabilidade e sensação de ameaça. Estudos recentes, como artigo na Nature Mental Health, mostram que ela funciona como um marcador de desgaste emocional coletivo, especialmente em comunidades vulneráveis. Embora não seja um diagnóstico formal, o termo ajuda a compreender impactos ambientais na saúde mental e destaca que o cuidado deve ser também social e ecológico. A solastalgia se relaciona com ecoansiedade e luto ecológico e pode gerar tanto paralisia quanto mobilização. Especialistas defendem que o tema seja integrado a políticas públicas, educação, urbanismo e proteção ambiental, reconhecendo o território como parte fundamental da saúde mental.

Botânicos mirins conhecem viveiro de plantas nativas do IMA
Alagoas

Botânicos mirins conhecem viveiro de plantas nativas do IMA

Crianças do projeto Botânico Mirim visitaram o viveiro de plantas nativas do IMA/AL, onde aprenderam sobre cultivo, compostagem e a importância da preservação ambiental. A atividade, conduzida por técnicos do órgão, permitiu que elas plantassem sementes que serão usadas em futuras ações do projeto Alagoas Mais Verde, iniciativa criada em 2015 para arborizar municípios e recuperar áreas desmatadas, já tendo ultrapassado 1 milhão de mudas plantadas em Alagoas.

COP30 entra em semana decisiva, sob pressão da sociedade civil
Brasil/Mundo

COP30 entra em semana decisiva, sob pressão da sociedade civil

Na COP30 em Belém, ministros passaram a liderar negociações que avançaram pouco em temas centrais, como financiamento climático e novas metas de redução de emissões, que ficaram fora da agenda oficial. Países em desenvolvimento cobram mais recursos públicos dos países ricos, enquanto propostas de taxação global ainda enfrentam resistência. Nos bastidores, compromissos privados em trilhões de dólares animaram a cúpula, e o Brasil lançou o Fundo de Florestas Tropicais. A ausência dos EUA destacou o protagonismo da China e o esforço da Colômbia em defender o fim dos combustíveis fósseis. Do lado de fora, povos indígenas pressionaram o governo brasileiro contra exploração de petróleo e grandes obras na Amazônia, levando autoridades a abrir diálogo para ouvir suas demandas.