Inmet emite alerta de chuvas intensas para todos os municípios de Alagoas
Meteorologia
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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima atualizou a lista nacional de espécies aquáticas ameaçadas, mantendo 490 espécies classificadas em risco de extinção após incluir e excluir 100 espécies. A revisão, baseada em critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza, trouxe novas medidas de proteção, como restrições à captura e planos de recuperação, com destaque para o Pargo, que teve seu nível de ameaça elevado devido à sobrepesca.
Na Praia do Pontal, pesquisadores do Projeto Costão Rochoso realizam a captura controlada de tartarugas marinhas apenas para monitoramento científico, avaliando saúde, crescimento e origem dos animais por meio de exames e análise de DNA. A iniciativa, em parceria com instituições como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e o Projeto Tamar, busca entender o comportamento e a procedência das espécies, além de orientar boas práticas de turismo, reforçando a preservação desses animais na região.
Relatório da UNESCO destaca que seus mais de 2.260 sítios protegidos — como o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e o Parque Nacional do Iguaçu — são essenciais para preservar a biodiversidade, estabilizar populações de animais e contribuir para o clima global, armazenando grandes quantidades de carbono. Apesar dos impactos positivos para a natureza e para cerca de 900 milhões de pessoas, o estudo alerta que esses locais sofrem crescente pressão ambiental e riscos climáticos, podendo atingir pontos críticos até 2050, o que reforça a necessidade urgente de ampliar ações de proteção e sustentabilidade.
Relatório da Organização Meteorológica Mundial aponta que a Terra vive o período mais quente já registrado, com o sistema climático em desequilíbrio devido às emissões de gases de efeito estufa. Os oceanos absorvem 91% do calor acumulado, enquanto aumentam o nível do mar, eventos extremos e deslocamentos humanos, que já atingem milhões de pessoas. Segundo a Organização das Nações Unidas, a crise climática já impacta a economia, a saúde e a segurança global, com efeitos que podem durar séculos ou até milênios.
Alerta
Mesmo com as fortes chuvas em Maceió, o sistema de macrodrenagem do Programa Renasce Salgadinho funcionou bem, garantindo o escoamento da água e reduzindo alagamentos. As melhorias incluem desassoreamento, canalização, reforço das margens, novos sistemas de drenagem e pavimentação permeável, além de intervenções no Riacho Salgadinho e no Canal do Reginaldo. O projeto também abrange requalificação urbana, com a criação de espaços de lazer para a população.
Devido às fortes chuvas em Maceió nesta segunda-feira (30), a Alurb intensificou ações preventivas em áreas de risco, com mais de 30 agentes atuando na limpeza de canais, grotas e córregos, além de poda e remoção de árvores para evitar alagamentos e acidentes. Os serviços estão concentrados em pontos críticos já mapeados, como o Vale do Reginaldo e regiões do Vergel, Mangabeiras e Jacintinho. O órgão também mantém equipes de prontidão para emergências e orienta a população a solicitar atendimento pelo 156 ou WhatsApp, e em casos de queda de árvores, acionar a Defesa Civil pelo 199.
Alerta amarelo