Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
Um estudo publicado na Nature Sustainability alerta que até 2050 cerca de 3,8 bilhões de pessoas poderão enfrentar calor extremo, quase o dobro do atual, com forte impacto ainda nesta década. Países tropicais e em desenvolvimento, como o Brasil, sofrerão um aumento drástico na demanda por refrigeração, enquanto nações mais frias também serão afetadas por não estarem preparadas para temperaturas mais altas. Os pesquisadores destacam que a adaptação ao calor extremo é urgente, pois o aquecimento global intensifica ondas de calor e agrava riscos à saúde, sobretudo entre as populações mais vulneráveis.