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Economia

Ibovespa fecha mês com alta acumulada de 12,4%; dólar tem queda de 4,4% no período
Negócios

Ibovespa fecha mês com alta acumulada de 12,4%; dólar tem queda de 4,4% no período

O Ibovespa caiu 0,97% na sexta-feira, fechando aos 181.363 pontos, em um dia de volatilidade e realização de lucros após os fortes ganhos de janeiro, embora tenha acumulado alta de 12,40% no mês. Já o dólar subiu 1,04%, encerrando próximo de R$ 5,25, influenciado pela disputa em torno da Ptax de fim de mês e pelo fortalecimento da moeda no exterior, mas ainda assim fechou janeiro com queda acumulada de 4,39%.

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado
Brasil/Mundo

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado

O Brasil encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada pela Pnad Contínua, de 5,6% no ano e 5,1% no trimestre final, segundo o IBGE. O número de ocupados chegou a 103 milhões, a renda média mensal bateu recorde ao alcançar R$ 3.560, e o total de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, enquanto a informalidade recuou para 38,1%, embora siga como característica estrutural do mercado de trabalho.

Brasil termina 2025 com dívida pública em 78,7% do PIB, abaixo do esperado
Brasil/Mundo

Brasil termina 2025 com dívida pública em 78,7% do PIB, abaixo do esperado

A dívida bruta do Brasil caiu em dezembro e fechou 2025 em 78,7% do PIB, abaixo das expectativas do mercado, enquanto a dívida líquida ficou em 65,3%, segundo o Banco Central. No último mês do ano, o setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 6,25 bilhões, impulsionado pelo resultado positivo do governo central, apesar do déficit de Estados e municípios, indicando um desempenho fiscal melhor que o esperado no encerramento do ano.

Rombo nas contas públicas cresce 43% em 2025 e chega a R$ 61,6 bilhões
Política

Rombo nas contas públicas cresce 43% em 2025 e chega a R$ 61,6 bilhões

O governo Lula informou que cumpriu a meta de déficit zero em 2025 ao excluir R$ 48,7 bilhões de despesas da conta oficial, encerrando o ano com déficit de R$ 13 bilhões (0,1% do PIB), dentro da tolerância prevista. Porém, considerando todos os gastos efetivos, o rombo real foi de R$ 61,7 bilhões (0,48% do PIB), o que pressionou a dívida pública e indicaria descumprimento da meta. As receitas cresceram puxadas por Imposto de Renda, IOF e importações, mas quedas em concessões e dividendos limitaram o resultado, enquanto as despesas totais subiram 3,4% em termos reais.

0,25 ou 0,50 p.p.? Mercado se divide sobre magnitude do corte nos juros após ‘novidade’ em comunicado do Copom
Brasil/Mundo

0,25 ou 0,50 p.p.? Mercado se divide sobre magnitude do corte nos juros após ‘novidade’ em comunicado do Copom

O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, decisão já esperada pelo mercado, mas surpreendeu ao sinalizar de forma explícita que pretende iniciar o ciclo de cortes de juros na próxima reunião, em março, desde que o cenário atual se confirme. O comunicado adotou um forward guidance claro, indicando que o aperto monetário chegou ao fim, embora o afrouxamento deva ocorrer com cautela e serenidade, devido às expectativas de inflação ainda acima da meta e aos riscos internos e externos. Analistas se dividem entre um corte inicial de 0,25 ou 0,50 ponto percentual, mas há consenso de que a flexibilização será gradual e condicionada à evolução da inflação e das expectativas.

Ouro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivos
Brasil/Mundo

Ouro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivos

O ouro atingiu patamares históricos em 2026, superando US$ 5.300 a onça, impulsionado por incertezas globais, tensões geopolíticas e pela política econômica protecionista do presidente Donald Trump, que elevou a busca por ativos considerados reserva de valor. Especialistas apontam que a combinação de guerras, riscos comerciais, desconfiança no dólar e temores sobre mercados financeiros levou investidores e governos a migrar para metais preciosos, movimento que também beneficiou a prata e reforçou o papel do ouro como proteção e fonte de rentabilidade em um cenário de instabilidade mundial.

Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para distribuidoras
Brasil/Mundo

Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para distribuidoras

A Petrobras reduziu em 5,2% o preço da gasolina vendida às distribuidoras, com queda de R$ 0,14 por litro, passando a custar R$ 2,57 a partir desta terça-feira (27), em um cenário de preços do petróleo mais moderados. Desde dezembro de 2022, a gasolina acumula redução de R$ 0,50 por litro, ou 26,9% considerando a inflação. Já o diesel teve o preço mantido, permanecendo em torno de R$ 2,80 por litro, após três cortes realizados em 2025, com queda acumulada real de 36,3% no período.

Decreto do Governo de Alagoas beneficia atacadistas instalados no Ceasa
Negócios

Decreto do Governo de Alagoas beneficia atacadistas instalados no Ceasa

O Governo de Alagoas atualizou as regras do ICMS favorecido para o comércio atacadista com um novo decreto que simplifica o credenciamento e garante mais segurança jurídica, beneficiando especialmente empresas instaladas ou em instalação no Ceasa. A medida mantém os incentivos fiscais, reduz burocracias, reconhece o papel estratégico do centro de abastecimento e estimula investimentos, competitividade e geração de emprego no maior polo atacadista do estado.

Rico, pobre ou classe média? Quanto é preciso ter de renda para ser considerado classe A, B, C ou D no Brasil
Brasil/Mundo

Rico, pobre ou classe média? Quanto é preciso ter de renda para ser considerado classe A, B, C ou D no Brasil

Estudo da FGV Social redefine os limites das classes econômicas no Brasil com base na renda domiciliar per capita, convertida em renda total e corrigida pela inflação, mostrando que em 2024 a maioria dos brasileiros (cerca de 61%) estava na classe C. Segundo os dados, as classes A e B somadas representam pouco mais de 17% da população, enquanto D e E caíram para cerca de 22%, o menor nível da série histórica. O levantamento indica avanço acelerado da chamada classe média ampliada (ABC), que já reúne mais de 78% dos brasileiros, impulsionada pelo crescimento da renda do trabalho, embora ressalte que renda não esgota o conceito de classe social.

Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025
Brasil/Mundo

Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025

O preço da cesta básica caiu em todas as 27 capitais brasileiras no segundo semestre de 2025, segundo Dieese e Conab, com reduções que variaram de 9,08% em Boa Vista a 1,56% em Belo Horizonte. As maiores quedas ocorreram principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sul, com destaque para Boa Vista, Manaus, Fortaleza, Florianópolis e Vitória. De acordo com a Conab, o resultado reflete o aumento da produção de alimentos e os investimentos do governo federal no setor agropecuário, impulsionados por sucessivos Planos Safra com recursos recordes.