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Economia

Mesmo com alívio nos preços do cacau, chocolates chegam mais caros para o Natal
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Mesmo com alívio nos preços do cacau, chocolates chegam mais caros para o Natal

Os panetones e chocolates devem ficar mais caros neste Natal devido à forte alta do cacau, cujo preço atingiu níveis históricos e encareceu insumos como a manteiga de cacau. Na Cacau Show, o reajuste médio foi de 10%, mas a empresa afirma manter a qualidade sem recorrer ao “sabor chocolate”, estratégia adotada por concorrentes para substituir parte do cacau. Apesar da recente queda nos preços internacionais, o impacto não deve chegar ao consumidor neste fim de ano, pois o insumo é comprado com antecedência. A Cacau Show espera crescer 15% em dezembro e investe em novas linhas de produtos e ações promocionais como a Chocofriday para impulsionar as vendas.

Com Pix, empresas e consumidores brasileiros economizaram R$ 117 bilhões em 5 anos
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Com Pix, empresas e consumidores brasileiros economizaram R$ 117 bilhões em 5 anos

Em cinco anos, o Pix gerou uma economia de R$ 117 bilhões para consumidores e empresas no Brasil, segundo o Movimento Brasil Competitivo (MBC). Apenas entre janeiro e setembro de 2025, a economia foi de R$ 38,3 bilhões, superando todo o ano de 2024. O resultado vem principalmente da substituição de TEDs e pagamentos por débito, já que o Pix tem tarifa bem menor. O valor economizado está perto do potencial anual estimado para 2030, mostrando a rápida adoção do sistema, com cada transação poupando em média R$ 0,60 ao sistema financeiro.

Para economistas, antes adotar escala 6×1, Brasil precisa produzir mais
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Para economistas, antes adotar escala 6×1, Brasil precisa produzir mais

Um estudo das economistas Solange Srour e Débora Nogueira, do UBS, avalia que a proposta de reduzir a jornada de trabalho para o modelo 4×3 no Brasil tem apelo social, mas pode ser economicamente inviável devido à baixa produtividade do país. Elas destacam que a medida elevaria custos para empresas e o setor público, podendo aumentar a informalidade. Enquanto experiências em países desenvolvidos, como Reino Unido e Islândia, mostraram bons resultados, o caso da França indicou efeitos negativos, como maior custo trabalhista e pouca criação de empregos. As especialistas defendem que, antes de reduzir a jornada, o Brasil precisa aumentar a produtividade, atrair investimentos, melhorar a educação e modernizar sua economia.

Economia de Alagoas cresce 3,54% em 2023 e supera PIB nacional
Alagoas

Economia de Alagoas cresce 3,54% em 2023 e supera PIB nacional

O PIB de Alagoas cresceu 3,54% em 2023, alcançando R$ 89,68 bilhões e superando o desempenho do Brasil e do Nordeste. O destaque foi a indústria, que avançou 6,77% impulsionada por incentivos fiscais que atraíram investimentos e geraram empregos. O setor de serviços também registrou forte alta de 3,70% e segue como o maior empregador do estado. A agropecuária foi o único setor com retração. Para 2024, a expectativa é de crescimento ainda maior, estimado em 4,34%.

Número dos que procuram emprego há mais de 2 anos cai 17,8%, diz IBGE
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Número dos que procuram emprego há mais de 2 anos cai 17,8%, diz IBGE

A Pnad Contínua do IBGE revelou que todas as faixas de tempo de procura por emprego registraram queda no terceiro trimestre de 2025, com destaque para a redução de 17,8% entre quem busca trabalho há dois anos ou mais. Também houve recordes de baixa entre os que procuram há menos de um ano e entre um e dois anos, em meio à menor taxa de desocupação da série histórica, de 5,6%. No total, o país tem menos pessoas buscando trabalho em todas as durações analisadas, refletindo um mercado de trabalho mais aquecido.

Governo projeta PIB mais fraco e inflação ainda fora da meta em 2025
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Governo projeta PIB mais fraco e inflação ainda fora da meta em 2025

O Ministério da Fazenda reduziu suas projeções para 2025, estimando crescimento do PIB em 2,2% e IPCA em 4,6%, ambos abaixo das previsões anteriores. A revisão reflete a desaceleração da economia no terceiro trimestre, efeitos da política monetária restritiva e incertezas globais. Mesmo com menor inflação esperada, o índice segue fora da meta. Para 2026, o PIB deve crescer 2,4%. O boletim também destaca impactos de tensões geopolíticas e comerciais, além da desaceleração do crédito e do mercado de trabalho no Brasil.

Brasil vai colher safra recorde de soja, milho e algodão em 2025
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Brasil vai colher safra recorde de soja, milho e algodão em 2025

O Brasil deve alcançar em 2025 uma safra agrícola recorde de 345,6 milhões de toneladas, impulsionada por fortes altas na produção de soja (14,5%), milho (23,5%), arroz, algodão, sorgo e trigo. Apenas o feijão deve registrar leve queda de 1,9%. As projeções do IBGE mostram um aumento total de 18,1% em relação a 2024, com destaque para a soja e o milho, que devem atingir seus maiores volumes históricos.

Vendas no comércio caem 0,3% em setembro; quinta queda em seis meses
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Vendas no comércio caem 0,3% em setembro; quinta queda em seis meses

As vendas do comércio brasileiro caíram 0,3% de agosto para setembro, registrando o quinto resultado negativo em seis meses, segundo o IBGE. No acumulado de 12 meses, o setor cresceu 2,1%, menor taxa desde janeiro de 2024. A inflação e a base alta de comparação explicam a estagnação. Seis dos oito segmentos pesquisados tiveram retração, com destaque para livros (-1,6%) e vestuário (-1,2%). Já o comércio ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, teve leve alta de 0,2%. Enquanto isso, a indústria recuou 0,4% e os serviços avançaram 0,6% no mesmo período.