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Economia

Dólar recua 11% em 2025; Ibovespa sobe quase 34% no ano e marca melhor desempenho desde 2016
Brasil/Mundo

Dólar recua 11% em 2025; Ibovespa sobe quase 34% no ano e marca melhor desempenho desde 2016

O dólar encerrou a última sessão do ano em queda de 1,58%, a R$ 5,49, acumulando perda de 11,17% em 2025, influenciado por ajustes técnicos, formação da Ptax e baixa liquidez. Já o Ibovespa subiu 0,40%, fechando aos 161,1 mil pontos, com alta de 33,95% no ano, seu melhor desempenho desde 2016, impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro e expectativas de juros mais baixos. O pregão foi marcado por volume reduzido, divulgação da ata do Fed e desempenho misto das principais ações, com bancos em alta e ajustes em papéis como Vale e Embraer.

Veja dicas para se planejar financeiramente para as despesas ‘extras’ de janeiro
Negócios

Veja dicas para se planejar financeiramente para as despesas ‘extras’ de janeiro

O início do ano traz despesas extras que podem pesar no orçamento familiar, como impostos, material escolar e faturas acumuladas, tornando o planejamento financeiro fundamental. Especialistas recomendam organizar o fluxo de gastos, mapear despesas sazonais e estimar os valores com base no ano anterior corrigido pela inflação, para avaliar o impacto na renda. A prioridade deve ser quitar dívidas com juros altos, usar reservas de forma consciente e, quando necessário, parcelar gastos, aproveitando recursos como o 13º salário para proteger as finanças e evitar crédito caro.

Selic turbina renda fixa: CDI acumula ganho de mais de 40% no governo Lula
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Selic turbina renda fixa: CDI acumula ganho de mais de 40% no governo Lula

Em 2025, com a Selic mantida em 15% ao ano, o CDI voltou a ser a principal referência do investidor brasileiro e reforçou o protagonismo da renda fixa, que acumulou ganhos próximos de 42% entre 2023 e 2025. Títulos como Tesouro Direto, CDBs, LCAs/LCIs e debêntures ganharam forte atratividade, com recorde de recursos aplicados e destaque para papéis prefixados e indexados à inflação, que entregaram retornos acima de 20%. Em paralelo, a busca por proteção impulsionou ouro e prata, que bateram recordes históricos, com altas de cerca de 70% e mais de 100% no ano, respectivamente.

Focus: mercado reduz projeção da inflação de 2025 para 4,32%
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Focus: mercado reduz projeção da inflação de 2025 para 4,32%

O relatório Focus indica nova desaceleração das expectativas de inflação, com o IPCA de 2025 recuando para 4,32% e o de 2026 para 4,05%, ambos em quedas consecutivas e já abaixo do teto da meta. Apesar disso, as projeções ainda ficam acima do centro de 3%, o que sustenta a decisão do Copom de manter a Selic em 15% por um período prolongado. O Banco Central reafirma o compromisso com a convergência gradual da inflação à meta, enquanto as expectativas para 2027 e 2028 seguem estáveis em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

O que esperar dos preços de alimentos em 2026
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O que esperar dos preços de alimentos em 2026

Em 2025, os preços dos alimentos caíram de forma inesperada no Brasil, impulsionados por uma safra agrícola recorde e pela desvalorização do dólar, o que reduziu custos e aumentou a oferta no mercado interno. No entanto, especialistas alertam que esse alívio não deve se repetir em 2026, quando a expectativa é de alta nos preços, pressionada por um câmbio menos favorável, incertezas fiscais de um ano eleitoral e aumento dos custos, especialmente das carnes.

Como um problema de safra criou a redinha que se tornou símbolo de melão doce
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Como um problema de safra criou a redinha que se tornou símbolo de melão doce

A Melão Rei, marca da Itaueira, transformou uma solução improvisada — a “redinha” usada para vender melões menores no início dos anos 2000 — em um poderoso elemento de diferenciação e construção de marca. Hoje líder no segmento, a empresa aposta em forte controle de qualidade, pesquisa agrícola, rastreabilidade e seleção rigorosa das frutas, garantindo melões doces e consistentes, além de operar com marcas diferentes conforme o padrão do produto. Com produção no Nordeste, gestão familiar e crescimento cauteloso, a Itaueira alia inovação, branding e qualidade para sustentar sua posição no mercado nacional e internacional.

Inflação recua, mas ainda está longe do centro da meta; o que esperar para 2026?
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Inflação recua, mas ainda está longe do centro da meta; o que esperar para 2026?

Em 2025, a inflação surpreendeu positivamente ao encerrar o ano abaixo do esperado, com o IPCA em 4,46%, dentro do teto da meta, graças aos juros elevados e à valorização do real diante do enfraquecimento do dólar. Mesmo com a percepção de preços altos em serviços e alimentos, a economia mostrou resiliência, com crescimento do PIB acima das previsões e mercado de trabalho aquecido, registrando desemprego recorde baixo. Para 2026, o cenário é de inflação controlada, mas os desafios se concentram nas contas públicas, pressionadas por déficits recorrentes, e em aumentos expressivos de preços específicos, como corridas por aplicativo, que já motivam investigações de órgãos de defesa do consumidor.

Petrobras lidera ranking das empresas que mais encolheram na B3 em 2025
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Petrobras lidera ranking das empresas que mais encolheram na B3 em 2025

A Petrobras liderou as perdas de valor de mercado em 2025, com desvalorização superior a R$ 87 bilhões até 23 de dezembro, seguida por Ambipar e Weg; o Banco do Brasil também entrou no top 10, com queda de R$ 13,8 bilhões. Juntas, Petrobras e BB responderam por mais de R$ 100 bilhões da destruição de valor no ano, evidenciando o peso das estatais na Bolsa. Em contraste, o setor bancário se destacou nas valorizações, com BTG Pactual e Itaú Unibanco à frente, mostrando que a criação de valor em 2025 foi desigual entre setores e empresas.