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Economia

Haddad propõe que Banco Central fiscalize fundos de investimentos
Política

Haddad propõe que Banco Central fiscalize fundos de investimentos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que apresentou ao governo uma proposta para ampliar o poder regulatório do Banco Central, transferindo para a instituição a fiscalização dos fundos de investimento, hoje a cargo da CVM. A iniciativa é defendida como forma de centralizar a supervisão financeira, alinhando o Brasil a práticas de países desenvolvidos, especialmente após investigações que apontam o uso de fundos em grandes fraudes, como no caso do Banco Master. Haddad também elogiou a atuação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacando sua condução responsável na resolução de problemas herdados de gestões anteriores.

Dólar tem leve baixa e Ibovespa fecha quase estável com volume reduzido em pregão sem EUA
Brasil/Mundo

Dólar tem leve baixa e Ibovespa fecha quase estável com volume reduzido em pregão sem EUA

Em um pregão de baixa liquidez devido ao feriado nos Estados Unidos, o dólar fechou em leve queda frente ao real, influenciado pela pressão externa após novas ameaças tarifárias do governo Trump contra a Europa, enquanto o Ibovespa terminou praticamente estável. A moeda norte-americana recuou a R$ 5,36, acompanhando a fraqueza global do dólar, e o principal índice da bolsa brasileira oscilou pouco, refletindo um ambiente de cautela dos investidores e ausência de fatores internos relevantes para grandes movimentos.

Governo estuda transferir fiscalização de fundos da CVM para o Banco Central
Política

Governo estuda transferir fiscalização de fundos da CVM para o Banco Central

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo estuda ampliar o poder regulatório do Banco Central para que a autarquia passe a fiscalizar fundos de investimento, atribuição hoje concentrada na CVM. O debate ocorre em meio a investigações sobre possíveis fraudes envolvendo fundos e o Banco Master, e inclui discussões com a AGU, o Ministério da Gestão e o próprio BC. Haddad criticou a gestão anterior do Banco Central, disse que problemas foram herdados por Gabriel Galípolo e avaliou que a liquidação do Banco Master não representa risco sistêmico para o país.

FMI reduz crescimento do Brasil para 1,6% em 2026
Brasil/Mundo

FMI reduz crescimento do Brasil para 1,6% em 2026

O FMI reduziu a projeção de crescimento do Brasil para 2026 para 1,6%, citando os efeitos da política monetária restritiva, mas revisou levemente para cima as estimativas de 2025 (2,5%) e 2027 (2,3%). Apesar disso, as previsões para o país seguem abaixo das médias da América Latina e de outras economias emergentes, enquanto o governo brasileiro e o Banco Central projetam resultados um pouco mais otimistas para os próximos anos.

Petrobras supera projeções e tem produção recorde em 2025
Negócios

Petrobras supera projeções e tem produção recorde em 2025

A Petrobras registrou em 2025 produção média de 2,40 milhões de barris de petróleo por dia, alta de 11% em relação a 2024, superando as metas do Plano de Negócios 2025-2029. A produção total de óleo e gás chegou a 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia, com o pré-sal respondendo por 82% do volume e batendo recordes históricos, impulsionado pela entrada e desempenho de novas plataformas na Bacia de Santos. A estatal atribuiu os resultados ao aumento da eficiência operacional e ao esforço integrado de suas equipes.

Salário mínimo de R$ 1.621 não atende trabalhadores, afirma Lula em evento pelos 90 anos do piso
Política

Salário mínimo de R$ 1.621 não atende trabalhadores, afirma Lula em evento pelos 90 anos do piso

O presidente Lula afirmou que o salário mínimo, atualmente em R$ 1.621 em 2026, ainda é insuficiente para atender às necessidades dos trabalhadores e defendeu a continuidade de sua valorização. Durante evento pelos 90 anos do salário mínimo, ele destacou o impacto do piso sobre trabalhadores, aposentados e a economia, ressaltando que o crescimento do PIB deve refletir na renda da população. O reajuste de 6,7% em 2026 segue a política permanente de correção baseada na inflação e no PIB, que já garantiu ganho real acumulado de 11,8% desde 2022.

Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes
Negócios

Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes

A Receita Federal voltou a negar boatos sobre suposta taxação ou monitoramento do Pix para cobrança de impostos, afirmando que não existe “taxa do Pix” nem fiscalização desse tipo, o que é proibido pela Constituição. Segundo o órgão, mensagens que circulam nas redes sociais distorcem uma instrução normativa que apenas estende às fintechs regras de transparência já aplicadas aos bancos, sem acesso a dados individuais de transações. A Receita alerta que essas notícias falsas geram pânico financeiro, enfraquecem a confiança no sistema de pagamentos e favorecem golpes e o crime organizado.

Haddad diz que caso Master pode ser a maior fraude bancária do país
Economia

Haddad diz que caso Master pode ser a maior fraude bancária do país

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o caso do Banco Master pode se tornar a maior fraude bancária da história do país, destacando a necessidade de rigor, transparência e defesa do interesse público na apuração. Ele reforçou apoio ao trabalho do Banco Central, disse manter diálogo constante com a autoridade monetária e citou a articulação com o TCU para garantir uma investigação convergente. Haddad também ressaltou a importância do Fundo Garantidor de Créditos para proteger os depositantes e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

Governo reajusta em 3,90% aposentadorias acima do mínimo; teto do INSS sobe para R$ 8.475
Brasil/Mundo

Governo reajusta em 3,90% aposentadorias acima do mínimo; teto do INSS sobe para R$ 8.475

O governo federal oficializou um reajuste de 3,9% para aposentados e beneficiários do INSS que recebem acima de um salário mínimo, elevando o teto dos benefícios para R$ 8.475,55 em 2026. Já quem recebe o piso previdenciário terá aumento de 6,79%, passando a receber R$ 1.621, conforme a política de valorização do salário mínimo. Os pagamentos com os novos valores começam no fim de janeiro e início de fevereiro, seguindo o calendário do INSS.

O que ficou mais barato e os vilões da inflação em 2025 – e o que esperar para 2026
Economia

O que ficou mais barato e os vilões da inflação em 2025 – e o que esperar para 2026

A inflação oficial do Brasil encerrou 2025 em 4,26%, abaixo do teto da meta e no menor nível desde 2018, puxada principalmente pela queda dos preços de alimentos, enquanto a energia elétrica foi o principal fator de alta. Para 2026, o mercado projeta inflação de 4,06%, ainda dentro da meta, embora o Banco Central siga atento à pressão dos serviços e dos preços administrados, avaliando iniciar cortes graduais nos juros a partir do primeiro semestre, caso o cenário permita.