Lula e Xi Jinping reforçam parceria estratégica em telefonema
Relações bilaterais
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Pesquisa Apex/Futura indica que Lula e o senador Flávio Bolsonaro lideram os cenários de primeiro turno da eleição presidencial de 2026, com variações conforme os nomes apresentados. Em simulações de segundo turno, Flávio Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas aparecem à frente de Lula em alguns cenários, embora os resultados não sejam uniformes. O levantamento também aponta maior desaprovação do governo Lula (53,5%) do que aprovação (43%), com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Pesquisa Atlas/Bloomberg indica que Lula iniciou o ano com desaprovação de 50,7% e aprovação de 48,7%, números estáveis desde novembro. A avaliação do governo segue levemente negativa, mas as opiniões positivas cresceram 2,7 pontos, sinalizando uma recuperação gradual. O equilíbrio sugere desaceleração das percepções negativas e espaço para que medidas recentes, como isenção do Imposto de Renda, fim da obrigatoriedade de autoescola e o programa Gás do Povo, fortaleçam a imagem da gestão.
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra que 67% dos brasileiros aprovam o acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul, apontando a medida como um acerto do governo Lula, assim como o fim da obrigatoriedade de autoescola para a CNH, aprovado por 66%. Por outro lado, 48% consideram erro a condenação feita pelo presidente à captura de Nicolás Maduro por forças dos EUA. O levantamento também revela forte preocupação com o futuro, já que 69% acreditam ser provável a revelação de grandes esquemas de corrupção nos próximos seis meses, além do aumento da criminalidade.
A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada em 21 de janeiro aponta que, se o cenário de 2022 se repetisse nas eleições presidenciais de 2026, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) voltariam a disputar um segundo turno, com Lula liderando com 46,4% das intenções de voto contra 43,4% de Bolsonaro. Ciro Gomes aparece com 3,2%, Simone Tebet com 2,3%, outros candidatos somam 1,8%, enquanto brancos e nulos chegam a 2,2% e indecisos a 0,6%. O levantamento ouviu 5.418 pessoas entre 15 e 20 de janeiro, com margem de erro de 1 ponto percentual.
A Câmara Municipal de Maceió participará da 13ª Feira dos Municípios Alagoanos, de 22 a 25 de janeiro, no Centro de Convenções Ruth Cardoso, com um estande aberto ao público para apresentar o trabalho do Legislativo, promover interação com vereadores e ações de cidadania. A iniciativa busca aproximar a Câmara da população, com atividades informativas, espaço para fotos e participação em debates, integrando a programação do maior evento municipalista do país.
Pesquisa Atlas/Bloomberg indica que o presidente Lula lidera todos os cenários de primeiro turno para as eleições de 2026, com cerca de 48% das intenções de voto, mantendo ampla vantagem sobre possíveis adversários. Entre os nomes da oposição, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos, mas ainda bem atrás, enquanto outros candidatos têm desempenho residual, mostrando um quadro estável em relação ao levantamento anterior.
Eleições 2026
De Minas a Brasília
Fraude inss
A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026, indicada por Jair Bolsonaro, ganhou força após pesquisa Genial/Quaest apontá-lo como o nome mais sólido da oposição, embora Lula lidere todos os cenários. Analistas veem potencial competitivo e chance de segundo turno, mas o mercado financeiro e o centrão ainda demonstram cautela diante da associação direta com o clã Bolsonaro. O sobrenome impulsiona a base bolsonarista, mas também amplia a rejeição entre eleitores independentes, tornando o cenário oposicionista fragmentado e mantendo Lula como favorito.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que apresentou ao governo uma proposta para ampliar o poder regulatório do Banco Central, transferindo para a instituição a fiscalização dos fundos de investimento, hoje a cargo da CVM. A iniciativa é defendida como forma de centralizar a supervisão financeira, alinhando o Brasil a práticas de países desenvolvidos, especialmente após investigações que apontam o uso de fundos em grandes fraudes, como no caso do Banco Master. Haddad também elogiou a atuação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacando sua condução responsável na resolução de problemas herdados de gestões anteriores.