Lula diz que ainda não decidiu sobre candidatura, mas que dificilmente deixará de concorrer
Eleições 2026
Eleições 2026
Pesquisa mostra empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro tanto no primeiro quanto no segundo turno, dentro da margem de erro. O levantamento indica estabilidade na disputa, aumento da indecisão dos eleitores e manutenção da avaliação do governo. Outros candidatos aparecem bem atrás, enquanto Lula venceria os demais adversários em simulações de segundo turno.
Eleições 2026
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Sete prefeitos de capitais brasileiras, como Eduardo Paes, João Campos e David Almeida, renunciaram recentemente aos cargos para disputar as eleições, em sua maioria visando os governos estaduais. O movimento ocorre em várias regiões do país e reflete a reorganização política para o pleito, com alguns nomes liderando pesquisas e outros enfrentando forte concorrência. Em Maceió, o prefeito João Henrique Caldas ainda não confirmou saída, mas é cotado para concorrer ao governo de Alagoas em meio a articulações políticas e possíveis alianças.
Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência, afirmou que qualquer adversário no segundo turno venceria Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 e defendeu a necessidade de pacificar o país após as eleições. Ele criticou o aumento do endividamento e dos juros, prometeu foco em áreas como segurança e educação, e sugeriu anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo Jair Bolsonaro, além de buscar diálogo com diferentes lideranças para reduzir a polarização.
Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que Geraldo Alckmin será pré-candidato à reeleição como vice-presidente em 2026, o que exigirá sua saída do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços durante o período eleitoral. Apesar de especulações sobre uma possível candidatura ao Senado, Alckmin já indicava preferência por continuar na chapa, enquanto Lula destacou sua lealdade e competência no governo.
O deputado Otoni de Paula deixou o MDB para se filiar ao PSD e apoiar a candidatura presidencial de Ronaldo Caiado, assumindo o papel de articulador com o público evangélico. Pastor da Assembleia de Deus, ele afirmou que buscará diálogo com esse segmento, destacando a intenção de apresentar Caiado como uma alternativa ao bolsonarismo. O deputado, que já foi aliado de Jair Bolsonaro e também se aproximou de Luiz Inácio Lula da Silva, agora aposta no apoio religioso para fortalecer a campanha, contando também com lideranças como Samuel Ferreira para ampliar a influência entre os evangélicos.