Economia
Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE
O rendimento domiciliar per capita no Brasil chegou a R$ 2.316 em 2025, acima dos R$ 2.069 registrados em 2024, mantendo trajetória de crescimento nos últimos anos, segundo dados da PNAD Contínua divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O maior valor foi observado no Distrito Federal (R$ 4.538) e o menor no Maranhão (R$ 1.219), com nove estados e o DF acima da média nacional. A pesquisa considera rendimentos de trabalho e outras fontes e serve de base para o cálculo de repasses do Fundo de Participação dos Estados.
Mensalidades no ensino médio e fundamental tiveram reajuste acima de 8%, mostra IBGE
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que as mensalidades escolares subiram, em média, 6,18% em fevereiro, quase o dobro da prévia da inflação oficial (IPCA-15) acumulada em 12 meses, de 4,10%. Os maiores reajustes ocorreram no ensino médio (8,19%), fundamental (8,07%) e pré-escola (7,49%), pressionando o IPCA-15 do mês, que avançou 0,84%, bem acima do esperado pelo mercado. Apesar da leve queda no acumulado anual, especialistas alertam que a inflação de serviços ainda limita cortes mais agressivos na taxa básica de juros pelo Banco Central.
Entenda o que muda com aumento de imposto de importação de mais de mil produtos
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o aumento do imposto de importação sobre cerca de mil itens eletrônicos, decidido pela Câmara de Comércio Exterior, tem caráter regulatório e visa proteger a produção nacional, sem impacto nos preços, já que mais de 90% dos celulares vendidos no país seriam fabricados no Brasil. A medida pode elevar tarifas em até 7,2 pontos percentuais e deve gerar R$ 14 bilhões em arrecadação, enquanto o governo diz que poderá zerar o imposto para produtos sem similar nacional e rebate críticas da oposição sobre possível encarecimento.
Desemprego atingiu mínima histórica em 2025 em 19 estados e no DF; veja taxas
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que a taxa média de desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, a menor da série histórica, com 20 das 27 unidades da federação registrando recorde de baixa. As menores taxas foram observadas em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%), enquanto Piauí (9,3%), Bahia (8,7%) e Pernambuco (8,7%) tiveram os maiores índices. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, apesar do avanço no mercado de trabalho, persistem desafios como informalidade elevada no Norte e Nordeste; já o rendimento médio mensal foi de R$ 3.560, com o Distrito Federal liderando (R$ 6.320).
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Comércio tem dezembro pior que o esperado, mas fecha 2025 com alta de 1,6%
As vendas do comércio brasileiro caíram 0,4% em dezembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fechando 2025 com alta de 1,6%, abaixo dos 4,1% registrados em 2024. O desempenho foi impactado pela política monetária restritiva e pela taxa Selic elevada, apesar do mercado de trabalho aquecido. No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve queda de 1,2% no mês e leve alta de 0,1% no acumulado do ano. Para 2026, a expectativa é de desaceleração econômica, com o Ministerio da Fazenda projetando crescimento mais moderado do PIB.
Inflação sobe 0,33% em janeiro; alta em 12 meses é de 4,44%
Variação
Etanol sobe e perde vantagem no Brasil inteiro; litro chega a R$ 6,83
Na semana passada, o etanol ficou ligeiramente mais caro e deixou de ser financeiramente vantajoso em todo o país, alcançando paridade média de 73,53% em relação à gasolina, acima do patamar de 70% em que costuma compensar. Com isso, a gasolina voltou a ser a melhor opção para a maioria dos motoristas, apesar de exceções pontuais para carros flex mais modernos ou regiões com preços específicos mais baixos.
Dólar fecha a R$ 5,18, o menor valor desde maio de 2024; Ibovespa fecha acima dos 186 mil pela 1ª vez
O Ibovespa fechou em alta de 1,8% nesta segunda-feira, aos 186.241 pontos, renovando recorde histórico puxado por blue chips como Itaú, Vale e Petrobras, em meio a forte entrada de capital estrangeiro e apoio do bom humor de Wall Street. O dólar caiu 0,59%, para R$ 5,19, no menor nível desde maio de 2024, acompanhando o enfraquecimento global da moeda americana, o apetite por risco em mercados emergentes e o diferencial de juros favorável ao Brasil, enquanto o mercado segue atento aos próximos passos do Copom e à possibilidade de cortes na Selic a partir de março.
Nova isenção do IR já aparece no salário; tire as principais dúvidas sobre a regra
Mudança