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A destruição econômica da guerra e o risco cada vez maior de estagflação global
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A destruição econômica da guerra e o risco cada vez maior de estagflação global

Os ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã provocaram forte impacto na economia global, elevando os preços do petróleo, interrompendo cadeias de energia e fertilizantes e aumentando o risco de recessão e inflação. O bloqueio do Estreito de Ormuz agravou a crise, afetando principalmente países mais pobres e importadores de energia, enquanto a destruição de infraestrutura indica que os efeitos econômicos podem durar anos, com alta nos custos de energia, alimentos e desaceleração do crescimento mundial.

Papa Leão XIV diz que Deus rejeita orações de líderes que travam guerras
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Papa Leão XIV diz que Deus rejeita orações de líderes que travam guerras

O papa Leão XIV fez duras críticas à guerra, afirmando que Deus rejeita as orações de líderes que promovem conflitos e têm “as mãos cheias de sangue”. Durante celebração na Praça de São Pedro, ele classificou o confronto com o Irã como “atroz”, reforçou que Jesus não justifica guerras e voltou a pedir cessar-fogo imediato, destacando o sofrimento das vítimas e condenando o uso da fé para legitimar a violência.

Irã é alvo de novos bombardeios e acusa EUA de planejar ofensiva terrestre
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Irã é alvo de novos bombardeios e acusa EUA de planejar ofensiva terrestre

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, acusou os Estados Unidos de planejarem secretamente uma ofensiva terrestre, apesar do discurso público de negociação, posição associada ao governo de Donald Trump. Enquanto isso, a guerra no Oriente Médio se intensifica, com ataques, mobilização de mais de 50 mil soldados americanos e a entrada de aliados do Irã, como os rebeldes houthis do Iêmen. O conflito já afeta a economia global, especialmente com o bloqueio do Estreito de Ormuz, elevando tensões e riscos para o comércio e fornecimento de petróleo no mundo.

Com queda do preço do açúcar e guerra no Irã, agro brasileiro acelera aposta no etanol
Negócios

Com queda do preço do açúcar e guerra no Irã, agro brasileiro acelera aposta no etanol

O aumento das tensões no Oriente Médio e a alta dos combustíveis tendem a favorecer o setor sucroenergético, incentivando a migração da produção de açúcar para etanol. Com o açúcar em baixa devido ao excesso de oferta global, usinas brasileiras já reduzem sua participação no adoçante para priorizar o etanol, que pode ganhar competitividade com o petróleo mais caro. Ainda assim, o setor enfrenta desafios, como a concorrência do etanol de milho e a necessidade de manter preços viáveis para garantir rentabilidade.

Cacau atinge preço mais baixo em três anos. Por que o chocolate não ficou mais barato?
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Cacau atinge preço mais baixo em três anos. Por que o chocolate não ficou mais barato?

Apesar da forte queda no preço internacional do cacau — mais de 80% desde o pico em 2024 —, os preços do chocolate seguem altos no Brasil devido ao uso de estoques comprados quando a commodity estava cara. A indústria também reduziu custos com mudanças de fórmula e tamanho dos produtos, mas ainda repassou aumentos ao consumidor, o que diminuiu o consumo. A expectativa é que os preços comecem a cair apenas no fim de 2026, com a normalização da produção global afetada por mudanças climáticas.

‘Congelamento’ de Messias deixa STF desfalcado e expõe tensão entre Lula e Congresso
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‘Congelamento’ de Messias deixa STF desfalcado e expõe tensão entre Lula e Congresso

O adiamento da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva evidencia tensões entre Executivo e Legislativo, especialmente com o Senado. O governo teme uma possível rejeição em meio à base frágil no Congresso, enquanto a demora mantém o STF incompleto, podendo impactar julgamentos importantes e aumentar a pressão política sobre a nomeação.

Manifestantes protestam contra Trump em várias cidades dos EUA
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Manifestantes protestam contra Trump em várias cidades dos EUA

Milhões de pessoas protestam nos Estados Unidos contra o presidente Donald Trump, em atos do movimento “No Kings”, que critica suposto autoritarismo, decisões políticas e a guerra envolvendo o Irã. As manifestações ocorrem em diversas cidades e refletem a forte divisão política do país, com opositores denunciando abusos de poder e apoiadores mantendo respaldo ao governo, especialmente em meio à proximidade das eleições legislativas.