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Governo Lula diz que diálogo é ‘único caminho’ em conflito entre EUA, Israel e Irã
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Governo Lula diz que diálogo é ‘único caminho’ em conflito entre EUA, Israel e Irã

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã, defendeu a interrupção das ações militares e afirmou que o diálogo diplomático é o único caminho para superar a crise. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores condenou violações à soberania de Estados e ataques a civis, solidarizou-se com países do Golfo atingidos por retaliações iranianas e reforçou a importância do respeito ao direito internacional e do papel da Organização das Nações Unidas na busca por uma solução pacífica.

Hotel de luxo Burj Al Arab, em Dubai, é atingido por destroços de drone interceptado
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Hotel de luxo Burj Al Arab, em Dubai, é atingido por destroços de drone interceptado

Destroços de um drone interceptado atingiram o hotel de luxo Burj Al Arab, em Dubai, causando um pequeno incêndio sem feridos, em meio à escalada de tensões após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. O presidente Donald Trump e o premiê Benjamin Netanyahu afirmaram que o líder supremo Ali Khamenei foi morto na ofensiva, enquanto Teerã nega. O Irã retaliou com ataques a países do Golfo, e o Crescente Vermelho informou ao menos 201 mortos e 747 feridos, em uma operação que Israel classificou como a maior de sua história aérea.

Análise: Morte de Khamenei lança dúvidas sobre futuro de regime no Irã
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Análise: Morte de Khamenei lança dúvidas sobre futuro de regime no Irã

Após a morte do líder supremo Ali Khamenei, anunciada pelo presidente Donald Trump, veio à tona que o aiatolá havia preparado um plano detalhado para garantir a continuidade do regime iraniano. O comando provisório ficaria sob responsabilidade de Ali Larijani, assessorado por outras lideranças políticas, até que a Assembleia dos Especialistas eleja um novo líder supremo. A sucessão definitiva ainda é incerta, mas o sistema estruturado por Khamenei busca preservar a estabilidade da República Islâmica mesmo após sua morte.

Irã desafia Trump e promete vingar morte de Khamenei
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Irã desafia Trump e promete vingar morte de Khamenei

O Irã prometeu vingar a morte do líder supremo Ali Khamenei, morto em bombardeios atribuídos a EUA e Israel, enquanto o presidente Donald Trump ameaçou Teerã com ataques “sem precedentes” caso haja novas represálias. Autoridades iranianas decretaram 40 dias de luto e confirmaram a morte de altos comandantes militares, enquanto Israel afirmou ter eliminado dezenas de líderes estratégicos. O Irã lançou mísseis contra Israel e países do Golfo, ampliando a tensão regional, e tanto Trump quanto o premiê Benjamin Netanyahu declararam que a ofensiva continuará pelo tempo necessário.

Quem foi aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques de EUA e Israel ao Irã
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Quem foi aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques de EUA e Israel ao Irã

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã por mais de 35 anos, foi morto em um ataque conjunto de EUA e Israel, segundo o presidente Donald Trump. Nascido em 1939, Khamenei ganhou destaque na Revolução Iraniana, tornou-se presidente em 1981 e assumiu o posto máximo em 1989 após a morte de Ruhollah Khomeini. Ao longo de décadas, consolidou poder com forte repressão interna, controle das Forças Armadas e apoio a grupos como Hezbollah e Hamas, formando o chamado “Eixo da Resistência”, enquanto mantinha postura dura contra Israel e o Ocidente.

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morre em ataques de EUA e Israel
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Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morre em ataques de EUA e Israel

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que bombardeios conjuntos com Israel teriam matado o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em ataques a Teerã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse haver indícios da morte, posteriormente confirmada por agências iranianas. Segundo o Crescente Vermelho, os ataques deixaram ao menos 201 mortos e 747 feridos em 24 províncias, enquanto Israel declarou ter usado cerca de 200 aviões para atingir 500 alvos, classificando a ação como a maior ofensiva aérea de sua história. Trump afirmou que a operação visa enfraquecer o poder militar iraniano e ameaçou novos ataques caso o país mantenha seus programas nuclear e de mísseis.