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Presidente interina da Venezuela oferece cooperação com EUA
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Presidente interina da Venezuela oferece cooperação com EUA

Após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, adotou um tom conciliador e ofereceu cooperação a Washington em uma agenda de “desenvolvimento compartilhado”, defendendo diálogo e respeito ao direito internacional. Enquanto Trump ameaça novas ações militares e afirma que os EUA assumirão o controle do setor petrolífero venezuelano, a operação gera forte reação internacional, críticas sobre sua legalidade e preocupação com a estabilidade do país, às vésperas do comparecimento de Maduro a um tribunal em Nova York.

Dinamarca condena ameaças de Trump de anexar Groenlândia
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Dinamarca condena ameaças de Trump de anexar Groenlândia

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o líder da Groenlândia rejeitaram com firmeza as ameaças de Donald Trump de anexar a ilha, classificando a ideia como absurda e contrária ao direito internacional. Após a intervenção dos EUA na Venezuela, cresceram na Europa os temores de que Washington use a força para garantir interesses estratégicos e minerais, incluindo a Groenlândia. Trump reafirmou que os EUA “precisam” da ilha por razões de defesa, aumentando a tensão com a Dinamarca, aliada na Otan.

Cuba diz que 32 cidadãos do país morreram durante captura de Maduro pelos EUA
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Cuba diz que 32 cidadãos do país morreram durante captura de Maduro pelos EUA

O governo de Cuba informou que 32 militares cubanos morreram durante a operação das forças dos EUA na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro. Segundo Havana, os mortos atuavam em missões oficiais a pedido do governo venezuelano e teriam resistido aos ataques e bombardeios americanos. Cuba decretou dois dias de luto nacional e exaltou os militares como heróis, enquanto condenou a ação dos Estados Unidos.

Colômbia repudia ameaças de Trump contra Petro
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Colômbia repudia ameaças de Trump contra Petro

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, rejeitou as acusações e ameaças de Donald Trump, que o chamou, sem provas, de ligado ao narcotráfico e insinuou uma possível ação militar semelhante à realizada na Venezuela. Petro condenou a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, classificando-a como sequestro, enquanto a Chancelaria colombiana denunciou ingerência inaceitável e exigiu respeito. O episódio aprofunda a crise nas relações entre Colômbia e Estados Unidos, já tensionadas por divergências sobre comércio e migração.

Conselho de Segurança da ONU se reúne hoje para discutir ação dos EUA na Venezuela
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Conselho de Segurança da ONU se reúne hoje para discutir ação dos EUA na Venezuela

O Conselho de Segurança da ONU se reúne após os EUA atacarem a Venezuela e deporem Nicolás Maduro, ação classificada pelo secretário-geral António Guterres como um “precedente perigoso” e possível violação do direito internacional. A reunião foi solicitada pela Colômbia com apoio de Rússia e China, enquanto Washington afirma que administrará temporariamente o país. A Venezuela acusa os EUA de guerra colonial para controlar suas reservas de petróleo, em meio ao aumento da presença militar americana e ao bloqueio de navios ligados ao país.

Maduro é levado para tribunal nos EUA
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Maduro é levado para tribunal nos EUA

Nicolás Maduro foi capturado por forças especiais dos EUA em Caracas e levado a Nova York para responder a acusações de tráfico de drogas, em uma operação ordenada por Donald Trump que gerou forte reação internacional. Enquanto a ONU discute a legalidade da ação, aliados como Rússia, China e Cuba condenaram os EUA, e a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, apesar de críticas iniciais, sinalizou disposição para cooperação e diálogo. Trump justificou a operação pelo combate ao narcotráfico, à imigração e pelo interesse em reabrir o setor petrolífero venezuelano, hoje em declínio.

Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’
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Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’

Donald Trump afirmou que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, enfrentará “um preço muito alto” caso não atenda às exigências dos Estados Unidos, após assumir o cargo por decisão do Supremo venezuelano. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Washington está disposto a dialogar com as novas lideranças, mas condiciona qualquer relação a “decisões certas”, reforçando que os EUA manterão pressão para combater o narcotráfico, conter gangues e impedir que o petróleo venezuelano beneficie adversários americanos.

Onde investir em 2026 em meio a expectativa de queda dos juros?
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Onde investir em 2026 em meio a expectativa de queda dos juros?

Após um 2025 de forte desempenho da bolsa, o cenário para 2026 aponta para o início do ciclo de queda da Selic, possivelmente ainda no primeiro semestre, o que mantém a bolsa brasileira atrativa, com ações negociadas a múltiplos considerados descontados, apesar das incertezas fiscais e eleitorais. Especialistas destacam oportunidades em ações de qualidade, renda fixa em transição entre pós-fixados e prefixados, investimentos em inteligência artificial como tendência de longo prazo e a importância da diversificação global, com alocação no exterior e destaque para renda fixa internacional e mercados emergentes.

Investigadores suíços identificam 24 mortos em incêndio na noite de Ano Novo
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Investigadores suíços identificam 24 mortos em incêndio na noite de Ano Novo

Após o incêndio em um bar de Crans-Montana, na Suíça, na noite de Ano Novo, as autoridades confirmaram a identificação de 24 das 40 vítimas fatais, entre elas 11 menores e seis estrangeiros, enquanto 119 pessoas ficaram feridas. As investigações apontam que o fogo pode ter começado com velas sobre garrafas de champanhe próximas ao teto, possivelmente agravado por material inflamável no revestimento acústico. A tragédia gerou comoção na cidade, com homenagens às vítimas, e levou à abertura de uma investigação penal por negligência contra os dois gerentes do estabelecimento.

Casa simulada, fonte da CIA e Forças Especiais: como os EUA capturaram Maduro
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Casa simulada, fonte da CIA e Forças Especiais: como os EUA capturaram Maduro

Os Estados Unidos realizaram uma operação militar de grande escala, planejada por meses, para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, com aval final de Donald Trump na noite anterior à ação. A missão envolveu tropas de elite, apoio da CIA, mais de 150 aeronaves e ataques a alvos militares em Caracas, culminando na rendição do casal dentro de um complexo fortemente protegido. Após intensos confrontos, Maduro foi retirado do país e levado sob custódia para um navio de guerra americano, em uma operação que Trump classificou como uma das mais bem-sucedidas já vistas.