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Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’
Divulgação
Brasil/Mundo

Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’

Redação com web

Donald Trump afirmou que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, enfrentará “um preço muito alto” caso não atenda às exigências dos Estados Unidos, após assumir o cargo por decisão do Supremo venezuelano. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Washington está disposto a dialogar com as novas lideranças, mas condiciona qualquer relação a “decisões certas”, reforçando que os EUA manterão pressão para combater o narcotráfico, conter gangues e impedir que o petróleo venezuelano beneficie adversários americanos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo, 4, que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pagará ‘um preço alto’ se ‘não fizer a coisa certa’.

“Se não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disse Trump à revista The Atlantic em uma breve entrevista por telefone.

Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela se tomarem “as decisões certas”.

“Vamos julgar tudo pelo que fizerem, e vamos ver o que fazem”, disse Rubio no programa “Face the Nation”. “Eu sei o seguinte: se não tomarem as decisões certas, os Estados Unidos manterão diversas ferramentas de pressão para garantir a proteção dos nossos interesses”, acrescentou.

Ao ser questionado sobre a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, o chefe da diplomacia americana lembrou “os objetivos” dos Estados Unidos e assegurou que Washington irá “ver o que vai acontecer“.

O Tribunal Supremo da Venezuela determinou que Rodríguez assuma a presidência, após a captura de Maduro.

“Queremos que o narcotráfico cesse. Não queremos ver mais gangues chegando ao nosso território. Queremos que a indústria do petróleo não beneficie piratas e adversários dos Estados Unidos, e sim o povo”, insistiu Rubio.

Para o secretário de Estado dos EUA, não era possível trabalhar com Nicolás Maduro. “Trata-se de alguém que nunca respeitou nenhum dos acordos que firmou” e a quem “oferecemos, em várias ocasiões, a possibilidade de deixar o poder”, prosseguiu.

Redação com web

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