Quem vai viajar para Copa deve estar alerta para vacina do sarampo
Ministério da Saúde alerta para que viajantes tomem o imunizante antes de embarcar. EUA, México e Canadá respondem por 70% dos casos de sarampo nas Américas.
Ministério da Saúde alerta para que viajantes tomem o imunizante antes de embarcar. EUA, México e Canadá respondem por 70% dos casos de sarampo nas Américas.
“Estamos agora revisando nossa avaliação de risco para muito alto a nível nacional, alto a nível regional e baixo a nível global”, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde.
OMS está trabalhando lado a lado com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças africano, parceiros na RDC, e em Uganda, para conter o surto, informou diretor-geral da OMS.
Hipótese principal, segundo OMS, é que o primeiro caso de hantavírus no navio tenha adquirido a infecção antes de embarcar no cruzeiro, por meio de exposição em terra.
O Ministério da Saúde anunciou a adoção do Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame padrão no SUS para rastreamento do câncer colorretal em pessoas de 50 a 75 anos sem sintomas. O exame detecta sangue oculto nas fezes com alta precisão e pode ampliar a prevenção e o diagnóstico precoce da doença, que é o segundo câncer mais frequente no Brasil. Simples e menos invasivo, o teste pode ser feito em casa e, em caso de resultado positivo, o paciente será encaminhado para colonoscopia.
A Cladribina, usada no tratamento da Esclerose Múltipla, passará a ser produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com as empresas Merck e Nortec. A produção nacional deve reduzir os custos do medicamento, atualmente considerado de alto custo pelo SUS, ampliando o acesso de pacientes ao tratamento. A medicação é indicada para casos mais graves de esclerose múltipla e estudos apontam melhora significativa na mobilidade e redução das lesões causadas pela doença.
A recomendação é que os consumidores que guardem os itens adequadamente
A Secretaria Municipal de Saúde de Maceió reforçou o alerta para que moradores que viajarão aos países da Copa do Mundo FIFA 2026 — Estados Unidos, México e Canadá — atualizem a vacinação contra o sarampo, devido ao aumento de casos no continente americano. A orientação inclui a aplicação da “dose zero” da vacina tríplice viral em bebês que viajarão ao exterior e recomenda que pessoas com esquema vacinal incompleto procurem os postos de saúde para regularizar a imunização e evitar a reintrodução da doença no Brasil.
As chamadas “canetas emagrecedoras”, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, continuam entre os medicamentos mais procurados em 2026 para perda de peso e controle do diabetes, mas seguem com preços elevados no Brasil. Os valores variam conforme dosagem e quantidade de aplicadores, podendo ultrapassar R$ 4 mil. Especialistas alertam ainda para o aumento do mercado clandestino dessas medicações, destacando os riscos à saúde e a importância do uso apenas com acompanhamento médico.
O texto explica que, no Imposto de Renda, despesas médicas e de plano de saúde só podem ser deduzidas por quem realmente pagou os valores, incluindo coparticipações e apenas a parte não reembolsada pelo plano. Dependentes com deficiência ou neurodivergência podem permanecer na declaração sem limite de idade, desde que haja comprovação por laudos, mas seus rendimentos também precisam ser informados. O conteúdo ainda alerta para a necessidade de guardar comprovantes, declarar corretamente bens dos dependentes e ter atenção ao preenchimento da declaração para evitar cair na malha fina.
A Organização Mundial da Saúde informou que uma vacina contra a cepa Bundibugyo do Ebola pode levar de seis a nove meses para ficar pronta para uso na população. Enquanto isso, a entidade acompanha surtos na República Democrática do Congo e em Uganda, que já somam quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas, aumentando a preocupação internacional com o avanço da doença.
A Organização Mundial da Saúde alertou para o aumento dos casos de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda, com quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas registradas. Segundo a entidade, o surto é causado pelo vírus Bundibugyo, que ainda não possui vacina ou tratamento aprovado, aumentando a preocupação com a disseminação da doença em áreas urbanas e regiões afetadas por conflitos e deslocamentos populacionais.