Massacre de Paraisópolis: "foi legítima defesa", diz única PM a depor
Em depoimento sobre o Massacre de Paraisópolis, que deixou nove mortos em 2019, a tenente da PM Aline Ferreira Inácio afirmou que a ação policial ocorreu em legítima defesa, negando que o cerco às vítimas tenha sido intencional. Ela e outros 11 policiais respondem por homicídio e podem ir a júri popular. A Defensoria Pública e as famílias das vítimas sustentam que os jovens foram cercados deliberadamente e morreram por asfixia. O juiz decidirá se o caso será julgado como crime doloso, podendo reconhecer dolo eventual ou direto, ou reclassificar para homicídio culposo.