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Ações de petroleiras dos EUA disparam após falas de Trump sobre reservas da Venezuela
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Ações de petroleiras dos EUA disparam após falas de Trump sobre reservas da Venezuela

As ações de petroleiras dos EUA dispararam no pré-mercado após Donald Trump sinalizar que pretende garantir acesso total às vastas reservas de petróleo da Venezuela, elevando expectativas de afrouxamento das restrições ao setor. Chevron e grandes refinarias lideraram os ganhos, impulsionadas pela possibilidade de maior oferta de petróleo pesado venezuelano, adequado às refinarias da Costa do Golfo. Analistas, porém, alertam que uma recuperação relevante da produção venezuelana deve ser lenta devido à instabilidade política e à infraestrutura deteriorada.

Como ação dos EUA na Venezuela pressiona diplomacia brasileira
Política

Como ação dos EUA na Venezuela pressiona diplomacia brasileira

A intervenção militar dos EUA na Venezuela colocou o Brasil em uma posição diplomática delicada, ao equilibrar a defesa da soberania e do direito internacional com a necessidade de manter diálogo pragmático com o governo Trump. O presidente Lula condenou a ação como um “precedente perigoso”, sem escalar o tom contra Washington, buscando preservar a liderança regional e mitigar riscos de instabilidade, migração e segurança. Especialistas avaliam que o Brasil priorizará a defesa das regras internacionais e a gestão de efeitos regionais, evitando confronto direto com os EUA em meio a pressões geopolíticas e eleitorais internas.

Presidente interina da Venezuela oferece cooperação com EUA
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Presidente interina da Venezuela oferece cooperação com EUA

Após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, adotou um tom conciliador e ofereceu cooperação a Washington em uma agenda de “desenvolvimento compartilhado”, defendendo diálogo e respeito ao direito internacional. Enquanto Trump ameaça novas ações militares e afirma que os EUA assumirão o controle do setor petrolífero venezuelano, a operação gera forte reação internacional, críticas sobre sua legalidade e preocupação com a estabilidade do país, às vésperas do comparecimento de Maduro a um tribunal em Nova York.

Dinamarca condena ameaças de Trump de anexar Groenlândia
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Dinamarca condena ameaças de Trump de anexar Groenlândia

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o líder da Groenlândia rejeitaram com firmeza as ameaças de Donald Trump de anexar a ilha, classificando a ideia como absurda e contrária ao direito internacional. Após a intervenção dos EUA na Venezuela, cresceram na Europa os temores de que Washington use a força para garantir interesses estratégicos e minerais, incluindo a Groenlândia. Trump reafirmou que os EUA “precisam” da ilha por razões de defesa, aumentando a tensão com a Dinamarca, aliada na Otan.

Cuba diz que 32 cidadãos do país morreram durante captura de Maduro pelos EUA
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Cuba diz que 32 cidadãos do país morreram durante captura de Maduro pelos EUA

O governo de Cuba informou que 32 militares cubanos morreram durante a operação das forças dos EUA na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro. Segundo Havana, os mortos atuavam em missões oficiais a pedido do governo venezuelano e teriam resistido aos ataques e bombardeios americanos. Cuba decretou dois dias de luto nacional e exaltou os militares como heróis, enquanto condenou a ação dos Estados Unidos.

Colômbia repudia ameaças de Trump contra Petro
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Colômbia repudia ameaças de Trump contra Petro

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, rejeitou as acusações e ameaças de Donald Trump, que o chamou, sem provas, de ligado ao narcotráfico e insinuou uma possível ação militar semelhante à realizada na Venezuela. Petro condenou a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, classificando-a como sequestro, enquanto a Chancelaria colombiana denunciou ingerência inaceitável e exigiu respeito. O episódio aprofunda a crise nas relações entre Colômbia e Estados Unidos, já tensionadas por divergências sobre comércio e migração.

Conselho de Segurança da ONU se reúne hoje para discutir ação dos EUA na Venezuela
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Conselho de Segurança da ONU se reúne hoje para discutir ação dos EUA na Venezuela

O Conselho de Segurança da ONU se reúne após os EUA atacarem a Venezuela e deporem Nicolás Maduro, ação classificada pelo secretário-geral António Guterres como um “precedente perigoso” e possível violação do direito internacional. A reunião foi solicitada pela Colômbia com apoio de Rússia e China, enquanto Washington afirma que administrará temporariamente o país. A Venezuela acusa os EUA de guerra colonial para controlar suas reservas de petróleo, em meio ao aumento da presença militar americana e ao bloqueio de navios ligados ao país.

Maduro é levado para tribunal nos EUA
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Maduro é levado para tribunal nos EUA

Nicolás Maduro foi capturado por forças especiais dos EUA em Caracas e levado a Nova York para responder a acusações de tráfico de drogas, em uma operação ordenada por Donald Trump que gerou forte reação internacional. Enquanto a ONU discute a legalidade da ação, aliados como Rússia, China e Cuba condenaram os EUA, e a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, apesar de críticas iniciais, sinalizou disposição para cooperação e diálogo. Trump justificou a operação pelo combate ao narcotráfico, à imigração e pelo interesse em reabrir o setor petrolífero venezuelano, hoje em declínio.

Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’
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Trump ameaça presidente interina da Venezuela: ‘Pagará um duro preço’

Donald Trump afirmou que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, enfrentará “um preço muito alto” caso não atenda às exigências dos Estados Unidos, após assumir o cargo por decisão do Supremo venezuelano. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Washington está disposto a dialogar com as novas lideranças, mas condiciona qualquer relação a “decisões certas”, reforçando que os EUA manterão pressão para combater o narcotráfico, conter gangues e impedir que o petróleo venezuelano beneficie adversários americanos.

Onde investir em 2026 em meio a expectativa de queda dos juros?
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Onde investir em 2026 em meio a expectativa de queda dos juros?

Após um 2025 de forte desempenho da bolsa, o cenário para 2026 aponta para o início do ciclo de queda da Selic, possivelmente ainda no primeiro semestre, o que mantém a bolsa brasileira atrativa, com ações negociadas a múltiplos considerados descontados, apesar das incertezas fiscais e eleitorais. Especialistas destacam oportunidades em ações de qualidade, renda fixa em transição entre pós-fixados e prefixados, investimentos em inteligência artificial como tendência de longo prazo e a importância da diversificação global, com alocação no exterior e destaque para renda fixa internacional e mercados emergentes.

Investigadores suíços identificam 24 mortos em incêndio na noite de Ano Novo
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Investigadores suíços identificam 24 mortos em incêndio na noite de Ano Novo

Após o incêndio em um bar de Crans-Montana, na Suíça, na noite de Ano Novo, as autoridades confirmaram a identificação de 24 das 40 vítimas fatais, entre elas 11 menores e seis estrangeiros, enquanto 119 pessoas ficaram feridas. As investigações apontam que o fogo pode ter começado com velas sobre garrafas de champanhe próximas ao teto, possivelmente agravado por material inflamável no revestimento acústico. A tragédia gerou comoção na cidade, com homenagens às vítimas, e levou à abertura de uma investigação penal por negligência contra os dois gerentes do estabelecimento.

Casa simulada, fonte da CIA e Forças Especiais: como os EUA capturaram Maduro
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Casa simulada, fonte da CIA e Forças Especiais: como os EUA capturaram Maduro

Os Estados Unidos realizaram uma operação militar de grande escala, planejada por meses, para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, com aval final de Donald Trump na noite anterior à ação. A missão envolveu tropas de elite, apoio da CIA, mais de 150 aeronaves e ataques a alvos militares em Caracas, culminando na rendição do casal dentro de um complexo fortemente protegido. Após intensos confrontos, Maduro foi retirado do país e levado sob custódia para um navio de guerra americano, em uma operação que Trump classificou como uma das mais bem-sucedidas já vistas.