Polilaminina é promissora, mas cura ainda não foi descoberta, diz pesquisadora
A bióloga Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirmou que a polilaminina é promissora no tratamento de lesões medulares, mas ainda não pode ser considerada uma cura. Em estudo preliminar com oito pacientes, 75% apresentaram alguma recuperação motora, resultado superior ao esperado, embora três tenham morrido e os dados ainda não tenham revisão completa. Em 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o início da fase 1 de testes clínicos para avaliar a segurança da substância, que segue em fase experimental.