Assine a newsletter
Irã afirma que isentará taxas no Estreito de Ormuz durante negociações
© REUTERS/Stringer/ PROIBIDA REPRODUÇÃO.
Brasil/Mundo

Irã afirma que isentará taxas no Estreito de Ormuz durante negociações

Reuters

Navios que desejarem passar pelo estreito, enquanto o acordo provisório estiver em vigor, deverão apresentar pedidos de trânsito pelo menos 48 horas antes da chegada.

O órgão iraniano responsável pelo Estreito de Ormuz anunciou nesta sexta-feira (19) que dispensará as taxas previstas para o uso do canal de navegação durante um período de negociação de 60 dias, nos termos do memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos (EUA) nesta semana.

Os navios que desejarem passar pelo estreito, enquanto o acordo provisório estiver em vigor, deverão apresentar pedidos de trânsito pelo menos 48 horas antes da chegada, informou a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA), do Irã, em comunicado.

O Irã isentará as taxas relativas à segurança, proteção, serviços ambientais e seguros relacionados durante o período, exigindo, porém, que as embarcações coordenem rotas e horários de trânsito com antecedência devido às áreas afetadas por minas e para garantir a navegação segura.

Ataques ao Líbano

O Irã condenou os ataques israelenses ao Líbano e alertou sobre suas consequências para a paz e a segurança na região, afirmando que os Estados Unidos são diretamente responsáveis pela situação.

Referindo-se ao memorando de entendimento com os EUA, firmado nesta semana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse que o fim da guerra no Líbano é parte integrante do acordo para encerrar as hostilidades em todas as frentes e acrescentou que o Irã tomará todas as medidas necessárias para proteger seus interesses, sua segurança e seus aliados.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Reuters

Comentários

0 comentário(s)

Já tenho cadastro

Entre com seus dados para comentar.

Esqueci minha senha

Quero me cadastrar

Crie sua conta de leitor para participar das discussões.

Seja o primeiro a comentar esta notícia.

Notícias relacionadas