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Ed Motta dá a sua versão sobre pancadaria em restaurante no Rio de Janeiro
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Ed Motta dá a sua versão sobre pancadaria em restaurante no Rio de Janeiro

Istoé com web

Uma confusão envolvendo o cantor Ed Motta terminou em acusações de agressão, intimidação e discriminação dentro do restaurante Grado, localizado no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. O fato ocorreu no último sábado, 2, mas só veio a público na última quarta-feira, 6, quando os proprietários do estabelecimento divulgaram um longo comunicado relatando o episódio.

A confusão teria começado após a negativa de uma cortesia relacionada à taxa de rolha, valor cobrado por restaurantes para servir vinhos levados pelos próprios clientes. Os donos do local afirmaram que um grupo formado por Ed Motta, Diogo Coutinho do Couto, proprietário dos restaurantes Escama e Henriqueta, além de outro homem apontado como primo do empresário, protagonizou uma sequência de episódios violentos no local.

O grupo de pessoas do qual Ed Motta fazia parte teria constrangido os funcionários do restaurante com xingamentos, referências pejorativas à origem nordestina e insinuações sobre orientação sexual. Por fim, os proprietários acusaram o cantor a arremessar uma cadeira contra um garçom, que estava de costas.

Eles ainda disseram que os funcionários tentaram impedir que a confusão tomasse proporções ainda maiores, e os envolvidos teriam deixado o local antes da chegada da polícia.

Ed Motta dá a sua versão

Em entrevista ao jornal “O Globo”, Ed Motta reconheceu que perdeu o controle durante a discussão, mas afirmou que a situação “não está bem contada”, negando ter atacado qualquer funcionário.

“Aconteceu um problema, mas a história não está bem contada. Infelizmente, toda a confusão começou comigo. Fiquei irritado e me descontrolei. Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei uma cadeira em direção ao funcionário. Jamais. Não foi jogado nada em direção a ninguém. As câmeras de segurança podem provar isso”, declarou o artista.

O músico afirmou ainda que deixou o restaurante antes do momento em que a briga teria escalado envolvendo outras mesas. Segundo ele, a discussão começou após clientes tentarem pedir desculpas pela situação.

“Eu fui embora e começou uma confusão entre as pessoas que ficaram na minha mesa e a outra mesa que estava no restaurante. A minha mesa se desculpou várias vezes por minha atitude errada e excesso de raiva, que foi provocado por eu ser cliente deles há muitos anos e nunca ter sido cobrado por essa taxa de rolha. Nunca tinham feito essa cobrança. Sou cliente deles desde o começo do restaurante, já levei milhares de pessoas lá e nunca tinham me cobrado isso. Um dos funcionários olhava para a mesa com cara de ironia e prazer por aquele estresse estar acontecendo. Me irritei com tudo aquilo, joguei a cadeira no chão e fui embora”, afirmou.

Na sequência, Ed Motta também alegou que pessoas da outra mesa teriam iniciado novas ofensas durante a tentativa de retratação feita por seus amigos.

“Depois que eu fui embora, eu fiquei sabendo que quando a minha mesa foi pedir desculpas à mesa ao lado, esta mesa começou a ofender a minha, que inclusive tinha uma senhora, mãe de meu amigo, Nicolas, de São Paulo. Então, começou uma confusão entre eles. Foram as pessoas na mesa ao lado que ofenderam meus amigos, inclusive com ofensas homofóbicas, chamando meu amigo de ‘viado’, e xenofóbicas, mandando ele voltar para a Arábia.”

Istoé com web

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