Animal que desafia o envelhecimento inspira avanço em pesquisa sobre longevidade; entenda
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, conseguiu transferir para camundongos um dos mecanismos biológicos associados à longevidade extraordinária do rato-toupeira-pelado — mamífero conhecido por viver décadas sem desenvolver câncer e por resistir ao envelhecimento de forma incomum.
O estudo, publicado na revista científica Nature, mostrou que os animais geneticamente modificados viveram mais e apresentaram melhor saúde ao longo da vida. O ganho médio de longevidade foi de cerca de 4,4%.
Os pesquisadores focaram em um gene ligado à produção de ácido hialurônico de alto peso molecular (HMW-HA), substância abundante nos ratos-toupeira-pelados e associada à proteção contra câncer, inflamação e doenças relacionadas ao envelhecimento.