Bolsonarismo tenta manter relevância e divide base conservadora
Com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e condenado por tentativa de golpe, seu grupo político busca garantir sobrevivência lançando novos nomes e reorganizando domicílios eleitorais, priorizando vagas no Senado. O ex-presidente monitora pesquisas e articula candidaturas da família, gerando disputas internas — como em Santa Catarina, onde a entrada de Carlos Bolsonaro contrariou aliados como Caroline De Toni e Ana Campagnolo. Há ainda rachas com Nikolas Ferreira em Minas Gerais e indefinições em São Paulo, onde Eduardo Bolsonaro cogita disputar o Senado ou a Presidência. No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro deve concorrer à reeleição, enquanto aliados de Cláudio Castro e figuras ligadas à pauta da segurança tentam se consolidar como principais nomes da direita.