Por que os presidentes estão escolhendo ministros mais próximos para o STF
O favoritismo de Jorge Messias para o STF reforça a tendência de presidentes escolherem ministros de confiança e proximidade pessoal, prática intensificada após os escândalos do Mensalão e da Lava Jato. Desde Temer e Bolsonaro até Lula, as indicações têm priorizado lealdade e alinhamento político, como nos casos de Zanin e Flávio Dino. Especialistas apontam que essa estratégia busca garantir diálogo e previsibilidade no Supremo, embora ressaltem que a confiança não deve significar subserviência, mantendo o equilíbrio entre os Poderes.