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Vigilância Sanitária já apreendeu 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo desde 2025
Divulgação
Maceió

Vigilância Sanitária já apreendeu 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo desde 2025

Redação com assessoria

A Vigilância Sanitária de Maceió intensificou a fiscalização entre 2025 e 2026, realizando 41 interdições de estabelecimentos e apreendendo cerca de 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo, que foram descartados para evitar riscos à população. Além das inspeções diárias e atendimento a denúncias, o órgão também promove ações educativas para garantir boas práticas sanitárias, seguindo normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, com penalidades que vão de multas a sanções mais severas em casos de irregularidades.

A atuação da Vigilância Sanitária de Maceió tem sido fundamental para garantir a segurança alimentar da população, com foco na prevenção de riscos à saúde e no controle da qualidade dos produtos comercializados na capital alagoana. Entre 2025 e 2026, o órgão realizou 41 interdições de estabelecimentos por irregularidades sanitárias e apreendeu cerca de 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo.

Os produtos recolhidos, considerados inadequados, foram descartados no aterro sanitário, evitando que chegassem à mesa do consumidor. As ações fazem parte da rotina de fiscalização da Visa, que realiza inspeções diárias em locais que comercializam e distribuem alimentos. O órgão também recebe denúncias anônimas que garante sigilo ao denunciante sobre  irregularidades que causam riscos à saúde pelo telefone (82) 3312-5496, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, que funciona 24 horas, todos os dias

Além da fiscalização, o órgão também investe em educação em saúde, promovendo a conscientização de comerciantes e consumidores sobre boas práticas sanitárias. O objetivo é reduzir riscos e garantir que os alimentos sejam manipulados, armazenados e comercializados dentro dos padrões exigidos.

As atividades da Vigilância Sanitária seguem diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, com base em legislações específicas que regulamentam o setor. Entre as exigências estão a apresentação de alvará sanitário, controle integrado de pragas, licenças de funcionamento e, em alguns casos, a presença de profissionais habilitados.

Durante as inspeções, são avaliados aspectos como condições de higiene dos ambientes, validade dos produtos, formas de armazenamento e refrigeração, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e rotulagem adequada dos alimentos.

De acordo com o chefe especial da Vigilância Sanitária, Airton Santos, as irregularidades identificadas resultam em autuações e abertura de processos administrativos. As penalidades podem variar de multas, que vão de R$180 a R$38 mil, até sanções mais rigorosas em casos de reincidência.

“A intensificação das ações reforça o compromisso do município com a saúde pública, buscando não apenas punir irregularidades, mas também promover a conscientização e a responsabilidade sanitária entre os estabelecimentos comerciais", destaca Airton Santos.

Redação com assessoria

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