Trump afirma que guerra contra o Irã está ‘praticamente concluída’
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra contra o Irã está “praticamente concluída” e que o conflito avançou mais rápido que o prazo inicial de quatro a cinco semanas. Segundo ele, o Irã teria perdido grande parte de sua capacidade militar, enquanto a guerra, iniciada após ataques dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro, já deixou mais de 1.600 mortos e aumentou a preocupação internacional, sendo considerada por analistas a crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considera que a guerra contra o Irã “está praticamente concluída” e que os EUA estão “muito à frente” de seu prazo inicial estimado em quatro ou cinco semanas, de acordo com relato de uma repórter da CBS News na plataforma X, citando uma entrevista com Trump.
“Acho que a guerra está praticamente concluída, praticamente. Eles não têm Marinha, não têm comunicações, não têm Força Aérea”, disse Trump, segundo a repórter da CBS News na Casa Branca Weijia Jiang.
Trump também disse que os EUA estão “muito à frente” de seu prazo inicial estimado de 4 a 5 semanas para a guerra, segundo a repórter.
Sobre o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, Trump disse à CBS News: “Não tenho nenhuma mensagem para ele”. Trump afirmou que tem alguém em mente para substituir Khamenei, mas não entrou em detalhes.
A guerra
A guerra generalizada imposta no Oriente Médio no dia 28 de fevereiro após ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã deixou a comunidade internacional em alerta. Com mais de 1600 mortos em menos de uma semana, o conflito já é classificado por analistas como “o mais grave desde a Segunda Guerra Mundial”.
Com os ataques de retaliação do país persa a aliados de Washington na região, já são mais de uma dezena de nações atingidas – do Chipre, passando pelo Líbano, até o Kuwait.
A maior preocupação acerca dos conflitos contemporâneos reside na potência destrutiva das armas nucleares. Desde os últimos combates globais, a indústria bélica evoluiu e os arsenais atômicos passaram a representar um trunfo de chantagem e demonstração de força. Os países que detêm ogivas e bombas assinalam vantagem em atritos diplomáticos já que, em último caso, podem apelar para a ameaça física.