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Segundo Estados Unidos, árbitro da Somália é suspeito de terrorismo
Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images
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Segundo Estados Unidos, árbitro da Somália é suspeito de terrorismo

Metrópoles

Entrada negada

Após o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan ter sua entrada negada pelos Estados Unidos, o governo do país se pronunciou sobre o caso. De acordo com o órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, Omar é suspeito de ter vínculo com organizações terroristas.

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“Após uma análise mais aprofundada pelo órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, foram encontradas informações comprometedoras, incluindo vínculos com suspeitos de pertencerem a organizações terroristas, o que tornou o viajante inadmissível nos Estados Unidos de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade”, iniciou o comunicado enviado a TV Fox News.

“O viajante teve sua admissão recusada e recebeu formulários de imigração que informam a disposição legal utilizada para efetuar uma remoção expedita nos termos da Seção 235 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA). O governo do presidente Donald Trump não permitirá que qualquer ameaça à segurança entre em nosso país, ponto final“, encerrou.

 

Omar Abdulkadir Artan foi um dos árbitros relacionados pela Fifa para apitar a Copa do Mundo. Porém, ele teve o visto negado pelos Estados Unidos, ficando fora da competição. O profissional teve suporte da embaixada da Somália, mas os EUA mantiveram a posição.

 

Árbitro da Somália impedido de entrar nos Estados Unidos

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Omar Abdulkadir, foi recebido com festa na Somália
Omar Abdulkadir, foi recebido com festa na Somália

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Presidente da Fifa fala sobre o caso

Em coletiva de imprensa, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou sobre a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11/6) com a abertura entre México e África do Sul. Ele respondeu a questionamentos de jornalistas. Infantino falou sobre questões como a do árbitro Omar Artan, da Somália, que não foi liberado para entrar nos Estados Unidos e sobre a seleção do Irã.

É uma pena o que aconteceu com Omar, o árbitro da Somália. Sempre tentamos achar soluções, mas temos de entender que não somos os reis do mundo que podem mandar em governos e forças policiais. Somos uma organização esportiva. Queremos unir o mundo e se posso pedir uma coisa. Podem me criticar. Mas promovam a unidade no mundo”, disse.

Metrópoles

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