Quem eram os passageiros do avião que caiu em Belo Horizonte
Um avião de pequeno porte EMB-721C caiu nesta segunda-feira no bairro Silveira, em Belo Horizonte, após decolar do Aeroporto da Pampulha com destino a São Paulo. A aeronave transportava cinco pessoas, entre elas empresários do setor de tecnologia. Três ocupantes morreram — o piloto Wellington Oliveira, Fernando Moreira Souto e Leonardo Berganholi — enquanto outros dois seguem internados em estado grave no Hospital João XXIII. O avião atingiu a fachada de um prédio residencial, mas nenhum morador ficou ferido. A Agência Nacional de Aviação Civil informou que a documentação da aeronave estava regular, embora ela não tivesse autorização para operar como táxi aéreo.
Cinco pessoas estavam a bordo do avião que colidiu nesta segunda-feira, 4, contra um edifício residencial no bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte. Além do piloto, a aeronave transportava quatro empresários do setor de tecnologia, tendo como destino o estado de São Paulo após uma escala na capital mineira.
O acidente resultou em duas mortes confirmadas no local e outros três feridos, que seguem em estado grave. Felizmente, todos os moradores do prédio foram retirados em segurança.
Vítimas fatais
Wellington Oliveira, 34 anos: Piloto da aeronave.
Fernando Moreira Souto, 36 anos: Ocupava o assento de copiloto. Era filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT).
Leonardo Berganholi, de 50 anos, empresário.
Sobreviventes
Os demais passageiros foram resgatados e encaminhados ao Hospital João XXIII. Segundo o Corpo de Bombeiros, o estado de saúde de todos é considerado grave.
Arthur Schaper Berganholi, 25 anos: Empresário e filho de Leonardo Berganholi.
Hemerson Cleiton Almeida Souto, 53 anos: Empresário.
O acidente
Uma aeronave modelo EMB-721C e de posse de Flávio Loureiro decolou do Aeroporto da Pampulha às 12h16, colidindo poucos minutos depois. Embora o avião tenha atingido o hall da escada do edifício, não houve feridos entre os residentes. Já as três vítimas resgatadas em estado grave foram retiradas das ferragens. O acidente foi registrado em vídeo e transmitido pela TV Globo.
A Anac confirmou que a documentação do avião estava em dia — o certificado de aeronavegabilidade vale até abril de 2027. A aeronave, porém, não podia ser usada como táxi aéreo, ou seja, para transporte pago de passageiros. Para voos privados, estava tudo regular.