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PF mira previdência do Amapá por aporte de R$ 400 milhões no Master
Divulgação
Polícia

PF mira previdência do Amapá por aporte de R$ 400 milhões no Master

Redação com web

A Polícia Federal deflagrou a Operação Zona Cinzenta para investigar possíveis irregularidades na aplicação de recursos da previdência estadual do Amapá (Amprev), envolvendo investimentos de cerca de R$ 400 milhões em Letras Financeiras do Banco Master. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, incluindo contra o presidente da Amprev e dois membros do comitê de investimentos, que teriam aprovado as aplicações em julho de 2024. A apuração analisa indícios de gestão temerária e fraudulenta, segundo a PF, enquanto a Amprev ainda não se manifestou.

Em nova ação relacionada ao Banco Master, a Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Zona Cinzenta que tem por objetivo apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (Amprev), afirmaram a corporação em comunicado e duas fontes da instituição à Reuters.

A PF cumpre quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Macapá (AP), conforme a nota. Foram alvos de mandados de busca e apreensão o diretor-presidente da Amprev, Jocildo Lemos, e dois membros do comitê de investimento da entidade, conforme uma das fontes.

Segundo essa fonte, em um período de menos de vinte dias, foram aprovadas e executadas três aplicações sucessivas em Letras Financeiras do Banco Master S.A., totalizando aproximadamente R$400 milhões, a partir de deliberações realizadas nas reuniões entre 12 e 30 de julho de 2024.

O trio alvo dos mandados de busca e apreensão, conforme a fonte, foi responsável pelos votos favoráveis a aplicações nas letras do Master.

Procurada, a Amprev não respondeu de imediato a pedido de comentário.

Segundo comunicado da PF, que não cita nomes, a investigação examina a aprovação e a execução de investimentos realizados pela autarquia estadual responsável pela gestão do RPPS/AP em Letras Financeiras emitidas por banco privado.

“Estão sendo investigados os crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta”, acrescentou a corporação na nota.

Redação com web

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