Médico afirma que lesão de pele de Lula é ‘comum’ e sem risco
O presidente Lula passou por procedimentos médicos para retirada de uma lesão de pele na cabeça, descrita pelo médico Roberto Kalil Filho como comum e sem risco de se espalhar. Segundo a equipe médica, a recuperação será rápida, ele deve receber alta em breve e não terá restrições para retomar suas atividades nem para seguir com a campanha eleitoral de outubro.
O médico Roberto Kalil Filho informou nesta sexta-feira, 24, que a lesão de pele retirada da cabeça do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é “a mais comum do mundo” e “não se espalha para nenhum lugar”. A declaração foi feita após o presidente passar por procedimentos médicos em um hospital em São Paulo. Kalil Filho garantiu que Lula receberá alta em breve e não enfrentará restrições para sua campanha à reeleição no pleito de outubro.
O que aconteceu
- A lesão de pele de Lula, retirada da cabeça, foi diagnosticada como “a mais comum do mundo” e sem risco de metástase, segundo seu médico.
- O presidente passou por uma cauterização na cabeça e uma infiltração na mão, mas o médico Roberto Kalil Filho assegurou que ele terá alta em poucas horas.
- Lula, de 80 anos, não terá restrições para a campanha eleitoral de outubro e retornará às atividades normais nos próximos dias, sem necessidade de medicação.
Em entrevista coletiva após os procedimentos, Kalil acrescentou que o presidente, apesar dos 80 anos, voltará às suas atividades normais nos próximos dias. Não será necessário que Lula tome qualquer medicação específica em decorrência dos tratamentos.
A equipe médica afirmou que a saída de Lula do hospital está prevista para as próximas horas. Segundo Roberto Kalil Filho, a recuperação será rápida e não haverá impedimentos para o prosseguimento da agenda de campanha do presidente.
O foco principal é a sua participação no pleito de outubro deste ano, na qual buscará a reeleição. A ausência de restrições médicas é vista como um fator importante para o andamento de suas atividades políticas.