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Lula volta a criticar Trump após ‘química’: ‘Mundo precisa de paz’
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Política

Lula volta a criticar Trump após ‘química’: ‘Mundo precisa de paz’

Redação com web

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou Donald Trump pelos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, defendendo o respeito à soberania dos países e a busca pela paz. Lula afirmou ter sido surpreendido pela ofensiva, cobrou atuação da Organização das Nações Unidas e reforçou a importância do diálogo para resolver o conflito, destacando também o histórico recente de tensões e reaproximação entre Brasil e Estados Unidos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou nesta quinta-feira, 19, a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelos ataques militares das tropas americanas e de Israel contra o Irã.

Não concordo com o regime do Irã, mas precisamos respeitar a autodeterminação dos povos e a integridade territorial dos países. Não podemos ter alguém que levanta de manhã e diz que vai tomar a Groenlândia, invadir Cuba. O mundo precisa de paz, não de guerra”, afirmou o petista durante a 17ª edição da Caravana Federativa, evento promovido pelo governo federal, na zona norte de São Paulo.

Lula viveu seu momento de maior popularidade no atual mandato ao confrontar Trump, em meados de 2025, após o presidente americano aplicar taxas de 50% sobre as importações brasileiras em reação aos processos movidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que acabou preso por uma tentativa de golpe de Estado.

Após o embate, Trump e Lula trocaram elogios na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em setembro, fizeram uma reunião bilateral e a Casa Branca retirou as sobretaxas aplicadas contra o Brasil. A “química” descrita pelo republicano na ocasião parece ter cessado.

Lula disse ter sido “pego de surpresa” pelos ataques contra o Irã, cobrou uma reação da ONU para garantir a soberania territorial da nação árabe e reiterou o discurso de defesa do multilateralismo ao afirmar que o Ministério das Relações Exteriores trabalhará por uma solução pacífica do conflito.

Desde que EUA e Israel atacaram pela primeira vez, em 28 de fevereiro, agências iranianas reportam que mais de 1000 pessoas foram mortas no país, incluindo as principais lideranças do regime iraniano.

Redação com web

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