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Hospital Metropolitano faz cirurgia ortopédica de alta complexidade para tratar fratura que não consolidou
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Saúde

Hospital Metropolitano faz cirurgia ortopédica de alta complexidade para tratar fratura que não consolidou

Redação com assessoria

O Hospital Metropolitano de Alagoas, em Maceió, realizou uma cirurgia ortopédica de alta complexidade para tratar pseudoartrose do olécrano, condição em que uma fratura no cotovelo não cicatriza corretamente. O procedimento foi conduzido pelo especialista Nicéias Gusmão e envolveu a remoção de tecido fibroso da fratura, estabilização do osso com placas ou parafusos e aplicação de enxerto ósseo para estimular a consolidação. A cirurgia busca recuperar a mobilidade do cotovelo, reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente, sendo parte dos atendimentos de média e alta complexidade oferecidos pelo hospital pelo SUS.

O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, fez uma cirurgia ortopédica de alta complexidade para tratar um caso de pseudoartrose do olécrano — condição em que uma fratura no cotovelo não se consolida adequadamente após a lesão inicial. O procedimento foi conduzido pelo especialista em mãos Nicéias Gusmão e faz parte da rotina de atendimentos de média e alta complexidade na unidade hospitalar.

A pseudoartrose ocorre quando o osso fraturado não cicatriza de forma correta, mesmo após um longo período. Com isso, o paciente pode apresentar dor persistente, limitação dos movimentos e prejuízos importantes na função do braço.

De acordo com o especialista, o paciente atendido no hospital havia sofrido uma fratura no cotovelo há mais de um ano e ainda não havia passado por tratamento cirúrgico.


“A pseudoartrose do olécrano acontece quando a fratura não é consolidada. Nesse caso, o paciente apresentava essa condição há mais de um ano. O procedimento consiste em remover o tecido fibroso que se formou no local da fratura e preparar novamente a área para que o osso possa cicatrizar”, explicou o ortopedista.

Durante a cirurgia, foi feita a chamada cruentização da área, técnica que remove o tecido fibroso formado na região da fratura. Esse processo estimula novamente o mecanismo de cicatrização óssea. Em seguida, os fragmentos do osso são estabilizados com materiais de síntese, como placas, parafusos ou sistemas de banda de tensão.

Além disso, o procedimento inclui a colocação de um enxerto ósseo, que ajuda a estimular a consolidação da fratura e favorece a recuperação do paciente. Segundo o médico, esse tipo de intervenção tem bons índices de sucesso quando o tratamento é feito de forma adequada.


“Nosso objetivo é deixar os fragmentos do osso bem estabilizados para que o enxerto ósseo possa se integrar e permitir a consolidação da fratura. Temos resultados muito positivos nesse tipo de procedimento”, destacou.

Cirurgias como essa são fundamentais para restaurar a mobilidade do cotovelo, aliviar a dor e devolver qualidade de vida aos pacientes.

O Hospital Metropolitano de Alagoas é referência em atendimentos de média e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e conta com equipes especializadas para procedimentos cirúrgicos avançados em diversas áreas da medicina.

Redação com assessoria

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