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China condena captura de Maduro e exige sua libertação imediata
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Brasil/Mundo

China condena captura de Maduro e exige sua libertação imediata

Redação com web

A China condenou duramente a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, afirmando que a ação viola a soberania da Venezuela, o direito internacional e a Carta da ONU. Em nota, Pequim pediu que a crise seja resolvida por meio do diálogo, destacando sua preocupação com a intervenção militar e reforçando o apoio à Venezuela, posição compartilhada também por aliados como Rússia e Irã.

O governo da China condenou veementemente a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em nota oficial, Pequim classificou a ação como uma violação direta das normas que regem as relações internacionais.

“A China expressa grave preocupação com a tomada forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua retirada do país”, diz o comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores chinês.

China aponta violação da Carta da ONU

Para o governo de Xi Jinping, a incursão americana em território venezuelano ignora os princípios fundamentais da soberania nacional. Segundo o comunicado, a medida representa uma “violação clara do direito internacional, das normas básicas nas relações internacionais e dos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas”.

A China tem sido um dos principais aliados estratégicos e econômicos da Venezuela nas últimas décadas, mantendo acordos bilionários nos setores de energia e infraestrutura que serviram de suporte ao governo chavista sob sanções ocidentais.

“Pedimos aos Estados Unidos que resolvam as questões por meio do diálogo e da negociação”, concluiu a nota chinesa, reforçando a posição de que a crise política venezuelana deveria ser tratada sem intervenção militar externa.

A reação da China se soma à de outros aliados de Maduro, como Rússia e Irã, que também repudiaram a operação e alertaram para as consequências da desestabilização de uma das maiores potências petrolíferas do mundo.

Redação com web

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