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Ator defende personagem de polêmica sobre relação tóxica em ‘O Diabo Veste Prada’
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Ator defende personagem de polêmica sobre relação tóxica em ‘O Diabo Veste Prada’

Redação com web

Adrian Grenier defendeu seu personagem Nate em O Diabo Veste Prada, dizendo que tanto ele quanto Andy (Anne Hathaway) estavam focados em suas carreiras. Após anos de críticas que apontam Nate como “vilão”, em contraste com Miranda (Meryl Streep), Grenier afirmou que o personagem apenas reagiu mal à situação e precisava amadurecer, em vez de culpar Andy ou se vitimizar.

Adrian Grenier, de 49 anos, defendeu seu personagem no filme “O Diabo Veste Prada” das polêmicas em torno do relacionamento de Nate Cooper com Andrea Sachs (Anne Hathaway) na ficção. Passados 20 anos do lançamento do longa-metragem, o aspirante a chef de cozinha ainda deixa muitos espectadores se perguntando se ele era o verdadeiro vilão da história, e não a editora de moda Miranda Priestly (Meryl Streep), que leva a fama de antagonista.

À revista “People”, em entrevista publicada na última quarta-feira, 25, o artista deu a sua opinião sobre o assunto. “Eu entendo o sentimento, mas preciso defender meu personagem. Já revi esse filme várias vezes e parece que ambos estavam se esforçando muito para alcançar o sucesso em suas carreiras”, afirmou.

No filme, o namoro dos dois chega ao fim depois que Andy é obrigada a perder o jantar de aniversário de Nate devido ao seu trabalho exigente na revista “Runway”, onde foi contratada como segunda-assistente de Miranda. A controvérsia está na teoria de que Nate é o vilão por “culpar” Andy por seu sucesso, em vez de Miranda ser a vilã por fazer cobranças descabidas à funcionária.

“Não considero o aniversário algo muito significativo, mas os compromissos, sim. Se alguém assume um compromisso, deve levar a sério o cumprimento”, defendeu. “Achei a reação dele um pouco tímida e fraca, o que não foi atraente. Ele precisava amadurecer e se tornar um homem de verdade”, enfatizou, chegando à conclusão de que Nate precisava agir com “clareza e força, defendendo-se em vez de ter pena de si mesmo”, encerrou.

Redação com web

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