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Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e chega a 1,7 milhão
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Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e chega a 1,7 milhão

O número de trabalhadores por aplicativo no Brasil cresceu 25,4% entre 2022 e 2024, chegando a 1,7 milhão de pessoas, segundo o IBGE. A maioria atua em transporte e entregas, com forte presença masculina (83,9%) e idade entre 25 e 39 anos. O setor é marcado pela alta informalidade (71,1%) e pela predominância de trabalhadores por conta própria (86,1%), concentrados principalmente no Sudeste (53,7%). O levantamento, ainda experimental, reforça o debate no STF sobre o vínculo empregatício entre motoristas e plataformas digitais.

1,7 milhão de brasileiros já trabalham por meio de aplicativos e têm renda maior que a média
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1,7 milhão de brasileiros já trabalham por meio de aplicativos e têm renda maior que a média

O número de trabalhadores por aplicativo no Brasil chegou a 1,7 milhão no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 25,4% em relação a 2022, segundo o IBGE. A maioria atua em aplicativos de transporte e delivery, com renda média de R$ 2.996, 4,2% acima da média nacional, embora o ganho por hora (R$ 15,4) seja menor que o dos demais trabalhadores. O estudo destaca desafios como longas jornadas, baixa contribuição à previdência (35,9%) e falta de proteção trabalhista, apesar do papel das plataformas na geração de renda.

‘Pintou uma indústria petroquímica’, diz Lula sobre conversa com Trump
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‘Pintou uma indústria petroquímica’, diz Lula sobre conversa com Trump

O presidente Lula afirmou que Brasil e Estados Unidos terão uma negociação nesta quinta-feira, após conversa recente com Donald Trump, com quem disse ter tido “uma indústria petroquímica”, em tom de brincadeira. As discussões, conduzidas pelo chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio, tratarão das tarifas de 50% impostas por Trump a produtos brasileiros. Lula destacou que o processo contra Jair Bolsonaro não foi mencionado, focando apenas em temas econômicos.

Invasão chinesa: o ‘barulho dos elétricos’ e a guerra de preços
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Invasão chinesa: o ‘barulho dos elétricos’ e a guerra de preços

A China transformou sua indústria automotiva de iniciante a líder global em veículos elétricos (VEs), impulsionada por políticas governamentais e investimentos em tecnologia. Desde os anos 2000, o país apostou na eletrificação para reduzir a poluição e a dependência do petróleo, tornando-se o maior mercado automotivo do mundo. Hoje, enfrenta uma guerra de preços causada pelo excesso de produção e exportações desordenadas, o que levou Pequim a exigir licenças para exportar VEs. No Brasil, marcas como BYD, GWM, Chery, Geely e outras expandem rapidamente, abrindo fábricas e conquistando mercado. Especialistas, porém, alertam que apenas poucas das 129 fabricantes chinesas sobreviverão até 2030, com possíveis fusões e alianças entre montadoras chinesas e ocidentais.

Vale a pena trabalhar com entrega ou transporte por aplicativo? Faça a conta
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Vale a pena trabalhar com entrega ou transporte por aplicativo? Faça a conta

Trabalhar em aplicativos de entrega ou transporte pode gerar boa renda, mas é essencial calcular se realmente compensa. O motorista deve considerar gastos com combustível, manutenção, taxas, impostos e tempo de trabalho para saber o lucro real. O ideal é calcular o valor líquido por hora — ou seja, ganhos totais menos custos, divididos pelas horas trabalhadas — e comparar com outras oportunidades de renda.